A prisão aconteceu no último dia 13 de julho, mas só foi divulgada nesta quinta (24) pela agência nacional antidrogas da Indonésia.
A irmã e responsáveis pela autópsia da jovem no Brasil deram uma entrevista coletiva.
A análise começou às 8h30 e durou 2 horas e meia. A despedida de Juliana será no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói.
Segundo a família, o exame feito na Indonésia não traz com exatidão o horário da morte de Juliana. No atestado de óbito, a causa da morte está descrita como hemorragia e traumatismo.
Novo exame seria realizado no Brasil. Corpo ainda está na Indonésia, aguardando o translado.
O projeto foi apresentado na sexta-feira (27) e agora seguirá para análise da Câmara dos Deputados, onde será discutido por comissões específicas
Brasileira morre após cair de 600 metros no Monte Rinjani, Indonésia. Resgate complexo é detalhado em vídeo. Autópsia revela causa da morte e descarta outras hipóteses
Em solo brasileiro, diversas vidas são perdidas diariamente em função de uma demora recorrente: o intervalo entre a busca por ajuda e o efetivo atendimento médico.
Médico forense responsável pela autópsia afirma que não há sinais de hipotermia nem de longa sobrevida. Juliana sofreu trauma severo no tórax ao cair de encosta rochosa
Um trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia, foi a causa da morte de Juliana Marins, segundo autópsia realizada em Bali.
A decisão foi tomada após a repercussão da morte de Juliana Marins, brasileira que faleceu ao cair de uma trilha em um vulcão na Indonésia.
O corpo de Juliana foi alcançado apenas na terça-feira, após um esforço de vários dias e o recuperaram na quarta-feira. Para a família, Juliana poderia ter sido salva se tivesse sido alcançada em algumas horas, e não dias
Solange Gomes usou suas redes sociais para criticar a família de Juliana Marins, carioca de 26 anos que morreu após uma queda durante uma trilha pelo vulcão Monte Rinjani
A jovem, foi encontrada sem vida a 600 metros abaixo da trilha, quatro dias após ter caído no penhasco. A partir da analise será possível saber a causa da morte e o dia aproximado em que isso ocorreu
Juliana Marins foi encontrada morta nesta terça-feira (24) após ficar quatro dias desaparecida em vulcão Monte Rinjani
Veículos dos Estados Unidos, Reino Unido, Argentina, Alemanha, Portugal, França comentaram a morte de brasileira na Indonésia.
Babu Santana lamenta a morte da amiga e colega de trabalho, Juliana Marins, que faleceu após um acidente em uma trilha na Indonésia
De acordo com familiares, a equipe de resgate conseguiu acessar o local onde Juliana estava nesta terça-feira, mas ela já havia sido encontrada sem vida.
Juliana Marins, que fazia um mochilão pela Ásia e despencou em penhasco no caminho do cume do Monte Rinjani, foi encontrada morta nesta terça-feira (24).
O vulcão, localizado na ilha de Flores, entrou em erupção por volta da meia-noite (horário local), lançando colunas explosivas de lava, cinzas vulcânicas e rochas incandescentes.
Giulia Manfrini, de 36 anos, foi socorrida na praia e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos
Especialista alega que mulher morta por cobra de 6 metros não sofreu, pois ela deve ter perdido a consciência rapidamente devido à pressão extrema.
Aproximadamente 11 mil pessoas foram evacuadas de regiões vulneráveis após erupção de vulcão na Indonésia
Ela foi julgada nesta quinta-feira (8) no país asiático e recebeu pena de 11 anos de prisão e mais o pagamento de R$ 1 bilhão de rúpias indonésias, o equivalente a cerca de R$ 300 mil.
O pedido foi feito pelo Ministério Público da Indonésia, a brasileira foi presa no começo do ano com 3 kg de cocaína