Eles estão proibidos de entrar na Câmara Municipal de Teresina ou manter contato com outros servidores do local.
Ela foi presa pela Polícia Federal no âmbito da Operação Escudo Eleitoral II suspeita de utilizar dinheiro de uma facção criminosa para comprar votos nas eleições de 2024 em Teresina.
Tatiana Medeiros foi afastada da Câmara Municipal de Teresina após sua prisão preventiva pela Polícia Federal, ocorrida em 3 de abril.
Ela está presa desde a última quinta-feira (3).
O conteúdo integra o inquérito da Operação Escudo Eleitoral e inclui trocas de mensagens de texto, áudios e comprovantes de transferências via Pix.
De acordo com o delegado, os criminosos usavam dados de pessoas com bom histórico financeiro para criar identidades falsas.
À Rede Meio, o delegado Abimael Silva informou que a suspeita possuia forte atuação na organização criminosa.
. Por prerrogativa legal, Tatiana será custodiada em sala de Estado-Maior, no Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do Piauí (QCG)
Tatiana foi presa preventivamente na manhã de quinta-feira (3), em seu apartamento, na zona Leste de Teresina
A vereadora foi presa pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (3) em Teresina. Ela é suspeita de ter ligação com uma facção criminosa.
CGU, PF e MPF apuram suposto favorecimento a empresa privada por servidora municipal
O MeioNews tentou contato com a defesa da vereadora e com a assessoria da ONG, mas não obteve resposta
Ela é suspeita de envolvimento com uma facção criminosa e de ter sido eleita com financiamento ilícito.
A equipe de reportagem da Rede Meio flagrou o exato momento em que a vereadora foi levada dentro da viatura para a sede da Polícia Federal.
Segundo a PF, elementos apontam um vínculo entre a parlamentar com uma expoente de facção criminosa violenta com grande atuação no Piauí
O Conselho Tutelar informou que a mulher já havia sido notificada e orientada anteriormente sobre os riscos da situação
Segundo a investigação, elas se passavam por médicas e cobravam valores das vítimas.
Segundo o delegado Charles Pessoa, ela foi presa em cumprimento a um mandado de prisão por integrar uma facção criminosa.
Em fevereiro, a suspeita chegou a ser detida, e seu companheiro tentou resgatá-la da Central de Flagrantes.
No mês passado, Sandra e a nora foram presas pelo mesmo crime. O esquema mirava homens que estariam sozinhos em bares de Teresina.
O crime teria sido motivado por uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. Além da suspeita, outras duas ṕessoas também foram presas.
Ela foi injustamente presa por cinco meses sob acusação de envenenamento que resultou na morte de duas crianças em 2024, na cidade de Parnaíba (PI).
O trio estava em um carro quando foi abordado. Com eles, sobe para 4 o número de suspeitos do crime, segundo a PRF.
A vítima foi esfaqueada no peito e caiu morta no portão de casa ao tentar pedir ajuda. O crime ocorreu no dia 18 de dezembro de 2024.
Francisco e Maria foram transferidos do presídio de Parnaíba para Teresina, por determinação da Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus)