Donald Trump anunciou redução temporária nas tarifas recíprocas. As taxas cairão para 10% durante período de 90 dias.
Segundo Lula, as "tarifas arbitrárias desestabilizam a economia internacional" e colocam em risco a autonomia dos países da região.
Alerta foi emitido após Pequim aumentar para 84% as tarifas aplicadas a produtos norte-americanos.
Segundo ele, a estratégia tem surtido efeito e provocado uma corrida de países interessados em negociar diretamente com Washington.
Na terça-feira (8), a moeda norte-americana teve alta de 1,47%, cotada a R$ 5,9973. Já o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,32%, aos 123.932 pontos.
Taxa representa um aumento de 50% sobre a tarifa que já havia sido anunciada, acompanhando os percentuais impostos pelo governo de Donald Trump.
O professor Lucas Ferraz, no entanto, pontuou que, para o Brasil, as tarifas impostas por Donald Trump não impactam tão drasticamente como em outros países.
Desmentido oficial sobre suposta suspensão de 90 dias nas tarifas fez Bolsas americanas abandonarem recuperação e voltarem a cair
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O pix parcelado será lançado em setembro de 2025; o Pix em garantia entra em vigor em 2026; e o autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução começa no dia 1º de outubro.
Com uma taxação mínima de 10% sobre os seus produtos, as empresas brasileiras devem pagar menos do que as concorrentes de outras regiões do mundo ao entrar no mercado americano
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O presidente Donald Trump impôs, nesta quarta-feira, uma tarifa recíproca de 46% sobre os produtos vietnamitas, aumentando a tensão nas relações comerciais globais.
Trump chamou a data de "Dia da Libertação" e defendeu que essas tarifas ajudarão a reduzir a dependência dos EUA de produtos estrangeiros.
A China e a União Europeia também foram alvo das novas tarifas. O governo norte-americano aplicará uma taxa de 34% sobre os produtos chineses e 20% sobre as importações europeias.
A discussão coincide com o anúncio de Donald Trump sobre tarifas de 25% sobre aço e alumínio brasileiros. A medida busca equipar o governo a reagir proporcionalmente a sanções como essas.
Um dos objetivos é dar instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos.
Em discursos recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo que o Brasil adote a reciprocidade nesses casos
Proposta tramita em regime terminativo e, se aprovada, pode seguir direto para análise da Câmara dos Deputados.
Em agenda no Japão, Lula refletiu sobre os possíveis impactos do aumento das tarifas.