Donald Trump anunciou redução temporária nas tarifas recíprocas. As taxas cairão para 10% durante período de 90 dias.
Segundo Lula, as "tarifas arbitrárias desestabilizam a economia internacional" e colocam em risco a autonomia dos países da região.
Alerta foi emitido após Pequim aumentar para 84% as tarifas aplicadas a produtos norte-americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira (9) que irá aumentar para 125% a tarifa sobre produtos chineses
Segundo ele, a estratégia tem surtido efeito e provocado uma corrida de países interessados em negociar diretamente com Washington.
Na terça-feira (8), a moeda norte-americana teve alta de 1,47%, cotada a R$ 5,9973. Já o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,32%, aos 123.932 pontos.
Taxa representa um aumento de 50% sobre a tarifa que já havia sido anunciada, acompanhando os percentuais impostos pelo governo de Donald Trump.
Companhia transportou celulares e outros produtos da Índia para os Estados Unidos, segundo imprensa local.
Durante uma entrevista coletiva, Trump reforçou que “o Irã não pode ter armas nucleares” e sinalizou a possibilidade de um acordo entre os países.
A declaração foi dada no mesmo dia em que a moeda americana fechou com alta de 1,29%, cotada a R$ 5,91, o maior patamar desde janeiro de 2022.
Desmentido oficial sobre suposta suspensão de 90 dias nas tarifas fez Bolsas americanas abandonarem recuperação e voltarem a cair
O ‘Tarifaço’ faz parte da política econômica adotada por seu governo para proteger a indústria americana
Especialistas apontam que retaliações da China aos EUA podem abrir espaço para o Brasil ampliar exportações de soja, milho e carne suína.
Segundo relatório divulgado pelo banco J.P. Morgan, as chances de uma retração econômica mundial subiram de 40% para 60% após o anúncio
Pequim também restringe exportações de terras raras e suspende importações de aves de duas empresas americanas
No Brasil, o dólar comercial caiu 1,23%, encerrando o dia cotado a R$ 5,62 – o menor valor desde 14 de outubro.
Com uma taxação mínima de 10% sobre os seus produtos, as empresas brasileiras devem pagar menos do que as concorrentes de outras regiões do mundo ao entrar no mercado americano
Presidente cita lei aprovada pelo Congresso e regras da OMC como base para resposta; taxação de 10% sobre produtos brasileiros preocupa setor exportador
China alerta para guerra comercial, aliados como Austrália e UE prometem contramedidas; Canadá e México ficam de fora de novas taxas
O presidente Donald Trump impôs, nesta quarta-feira, uma tarifa recíproca de 46% sobre os produtos vietnamitas, aumentando a tensão nas relações comerciais globais.
Trump chamou a data de "Dia da Libertação" e defendeu que essas tarifas ajudarão a reduzir a dependência dos EUA de produtos estrangeiros.
A China e a União Europeia também foram alvo das novas tarifas. O governo norte-americano aplicará uma taxa de 34% sobre os produtos chineses e 20% sobre as importações europeias.
Um dos objetivos é dar instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos.
Em discursos recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo que o Brasil adote a reciprocidade nesses casos
Em agenda no Japão, Lula refletiu sobre os possíveis impactos do aumento das tarifas.