A Rede Meio Norte apurou que o agente teria sido vítima de um assalto, e procurou o suspeito por conta própria.
De acordo com os funcionários, a vítima se levantou, chorando, e se trancou no banheiro. O PM foi atrás dela e a obrigou a abrir a porta
O agente se entregou logo na sequência dos fatos; A criança ainda segue internada
A vítima relatou ter sido surpreendida com um abraço forçado seguido de apalpamento nas nádegas
Além do episódio de violência doméstica, o homem também é acusado de descumprir ordem judicial sobre a guarda do filho
A prisão ocorreu após um desentendimento com um capitão médico durante o atendimento.
Embora a mãe da parlamentar, Maria Odélia Medeiros, tenha declarado ser responsável pelo envio do aparelho, a PF considera essa versão improvável com base nas provas reunidas.
Neste sábado (24), Tatiana teve mais uma crise nervosa dentro da sala onde está detida.
Conforme apurado pela reportagem, ela teria tido uma crise nervosa no Quartel do Comando Geral da PM (QCG).
Diante do ocorrido, o promotor de Justiça Assuero Stevenson defende que a mãe da vereadora também seja alvo de investigação pelas autoridades.
Vereadora recebeu atendimento no QCG após descoberta de equipamentos em cela; equipe médica avalia necessidade de internação
Equipamentos foram encontrados na cela da vereadora durante vistoria de rotina; parlamentar diz que recebeu de advogado, mas defesa nega
Durante vistoria, a vereadora revelou origem de equipamentos encontrados em sua cela; defesa nega versão
A audiência de instrução do processo contará com a presença de testemunhas e a apresentação de provas.
O motorista que teve sua placa roubado registrou o boletim e o caso chegou à Corregedoria da PM
O principal suspeito do crime é o tenente da Polícia Militar Elias Ribeiro da Silva, de 54 anos, que também era diretor de uma escola militar do município
No pedido ao Judiciário, ele alegou perseguição política e afirmou ter sido vítima de uma "injustiça".
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os policiais foram afastados de suas funções.
Ele foi indiciado por homicídio e, atualmente, está trabalhando na PM, mas fora das ruas, e respondendo a um processo da Corregedoria.
As versões apresentadas pelo casal à polícia se contradizem, resultando na reclassificação dos acusados como vítimas.
Os agentes utilizarão armamento apenas durante o expediente, sem autorização para portar as armas fora do ambiente de trabalho.
O inquérito também envolve três membros do PCC ligados a um caso recente: o assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC
Corregedoria da PM descobriu que os suspeitos forneciam informações sigilosas e favoreciam criminosos ligados à facção; Um dos presos seria responsável pela morte do delator do PCC
Gritzbach havia feito uma delação premiada ao Ministério Público, revelando nomes de envolvidos com o PCC, além de acusar policiais de corrupção.
O inquérito policial militar segue agora para a Justiça Militar, que deve abrir vista ao Ministério Público. O órgão poderá oferecer denúncia contra os acusados.