O Comitê Nacional de Política Monetária (COPOM) decidiu manter a Selic na faixa de 13,75%.
Lula também fez críticas ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto
Para Wellington Dias, que coordena a execução de programas sociais importantes do governo Lula, como o próprio Bolsa Família, a redução dos juros é essencial para “tirar gente da pobreza”
Ministério da Agricultura busca aumentar a parcela que os bancos devem destinar dos depósitos à vista e da poupança rural para o crédito agrícola.
Mesmo com a previsão de queda da inflação, Campos Neto disse que BC não tomará decisões precipitadas
A próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central está agendada para a próxima semana
Mesmo com queda, alimentação e saúde tiveram aumento de preços
Seminário contou com o executivo Rafael Furlanetti, além de Roberto Campos Neto, presidente do BC e dos ex-presidentes Henrique Meirelles e Pérsio Arida.
Galípolo terá que abdicar de cargo ofertado para assumir diretoria do Banco Central
A batalha por redução de juros ganha força no mercado brasileiro
No acumulado do ano, o IPCA apresenta alta de 2,72%, enquanto nos últimos 12 meses a variação foi de 4,18%.
Proposta é criar um ambiente para que o mercado possa colocar os preços de maneira adequada.
Atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda fez carreira no mercado financeiro e é o 'braço direito' do ministro.
Embora reconheça a autonomia do Banco Central, Lula argumentou que, como presidente, deve ter o direito de questionar a política monetária adotada pela entidade.
Esta é a primeira decisão do Banco Central após a apresentação do novo arcabouço fiscal pelo governo Lula
Mesmo diante de evidências de que o cenário econômico comporta taxas de juros satisfatórias ao crescimento do país, o presidente do BC, insiste em manter patamar elevado.
Ainda durante a audiência, Campos disse que existe uma tendência de queda estrutural na taxa de juros do país.
Ministro prevê apresentação do relatório na Câmara dos Deputados até o dia 10 de maio
O encontro ocorrerá na sala 19 da Ala Alexandre Costa, no Senado Federal, a partir das 9h, e será aberto à participação.
O painel de discussões com Campos Neto e Haddad está previsto para o próximo dia 27 de abril. Informações de bastidores dão conta de que os governistas querem 'colocar contra a parede' o presidente do BC.
Cláudio Castro defende a redução na taxa de juros para que o Brasil volte a crescer.
Ministro da Fazenda tenta angariar receitas para sustentar meta de zerar déficit em 2024
A meta de inflação para o ano de 2023 está fixada em 3,25%, com uma margem de variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
O ministro havia criticado o líder do BC, afirmando que não faz sentido manter a taxa perto de 14%, quando as projeções de inflação estão abaixo de 6%.
O ministro afirmou que não há problemas no trato pessoal