Segundo informações da polícia, um dos capturados já tem passagens pela polícia, com mais de 20 registros de envolvimento em crimes
Testemunhas disseram ainda que as mulheres não eram alimentadas e eram abusadas há cerca de um ano
As investigações continuam sob responsabilidade da Procuradoria-Geral, que agora concentra esforços em apurar a extensão do envolvimento de agentes públicos no funcionamento da base criminosa.
A ocorrência foi registrada às 15h26 pelo 10º Batalhão da PM, sob a natureza de violência doméstica.
O grupo foi conduzido à Central de Flagrantes de Parnaíba, onde permanece à disposição da Justiça.
Durante a abordagem, o foragido chegou a apresentar documentos de identificação falsos.
Durante patrulhamento de rotina, o suspeito foi avistado e, ao perceber a presença dos policiais, tentou fugir.
O outro suspeito de cometer o crime ainda não foi localizado, mas a polícia, segue em diligências e investigando o caso.
Após a realização dos exames, o suspeito será encaminhado à Central de Flagrantes.
O repórter Carlos Mesquita, da TV Meio, apurou que a vítima teria sido ameaçada com uma arma de fogo em dezembro de 2024.
O suspeito tentou fugir e descartar a arma de fogo que portava na cintura em um matagal.
O homem foi autuado em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, junto com a vítima e a faca apreendida, à Delegacia de Polícia Civil de Jaicós
O homem dava aulas de canto e alegava que o líquido servia para melhorar a voz das estudantes; o caso ocorreu no Tocantins
. O suspeito passou por audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.
A operação foi realizada por equipes da 1ª Companhia do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI)
A prisão foi feita por policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar, por volta das 22h, na Avenida José de Moraes Correia.
Na ação, foram cumpridos mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos (PI):
De acordo com o depoimento, Nego Tiago disse que mantinha uma relação próxima com o delegado, que o visitava no presídio e o ouvia sobre nomes de supostos rivais da facção.
Crime aconteceu no bairro Vila Operária; ação foi registrada por câmera de segurança.
O homem teria se aproveitado da posição de confiança, em um projeto social, para cometer o crime.
Segundo as apurações, um dos suspeitos frequentava a residência onde a vítima vivia e chegou a engravidá-la.
O suspeito recebeu esse apelido após atacar uma professora com um líquido desconhecido, mas não chegou a ser detido, pois um laudo médico constatou que ele possui transtornos mentais.
Segundo a PM, além de manter a vítima sob abuso e violência, o suspeito também estaria utilizando o local como ponto de venda de drogas.
A vítima estava com amigos quando foram surpreendidos pelos criminosos. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança