Número foi atualizado por uma ONG e inclui o óbito de um militar, além dos civis
Mais de 1.200 pessoas foram presas após os protestos que tomaram o país depois da eleição venezuelana em 28 de julho.
Candidato de oposição a Maduro na eleição, Edmundo González não compareceu a uma sessão na Corte na última sexta (2) junto de outros candidatos
Em comunicado assinado por González e por María Corina Machado, divulgado nesta segunda-feira (05), os líderes afirmaram que a oposição venceu a eleição na Venezuela
Inicialmente pacíficos, os protestos estudantis se tornaram violentos após confrontos com a polícia e grupos pró-governo
Líbano abriga maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio, com cerca de 22 mil pessoas, segundo Ministério das Relações Exteriores.
O holandês admitiu três acusações de violência sexual contra uma criança que conheceu no Facebook e foi condenado em março de 2016 a quatro anos de prisão.
O presidente Nicolás, foi proclamado vencedor das eleições de 28 de julho com 51% dos votos pelo Conselho Eleitoral da Venezuela
Maduro está preparando duas prisões de segurança máxima, Tocorón e Tocuyito, para enviar os detidos em 15 dias.
Nesta quinta-feira (1º), a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, publicou um artigo no Wall Street Journal pedindo apoio internacional contra os resultados das recentes eleições na Venezuela.
Os agentes venezuelanos se recusam a reprimir manifestantes após eleições contestadas e violência nas ruas
Na época, ao menos duas vítimas relataram abusos. Segundo a Polícia Civil, ele aproveitava a posição de professor para cometer os crimes.
Maduro acusa dono do X de querer desestabilizar o país após sua reeleição ser questionada pela comunidade internacional.
A Organização dos Estados Americanos anunciou que não reconhece o resultado das eleições e convocou uma reunião de emergência
O candidato da oposição, Edmundo González, manifestou solidariedade ao povo venezuelano e condenou a repressão às manifestações pacíficas
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou pela primeira vez o impasse referente à eleição presidencial na Venezuela, realizada no domingo (28).
Nesta terça-feira, o país é palco de protestos contra o governo e a favor enquanto aumenta, paralelamente, a tensão na frente da Embaixada da Argentina em Caracas.
A oposição venezuelana diz ter acesso a 73% das atas que indicam uma vitória de Edmundo González
A contagem dos mortos em meio aos protestos que se espalharam pelo país se tornou uma tarefa difícil em meio à repressão das forças de segurança às manifestações
María Corina argumentou que, mesmo que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) decidisse que 100% dos votos restantes fossem para Maduro, isso não seria suficiente para mudar o resultado
Os países afetados são Argentina, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai.
Em meio a intensos protestos na Venezuela, manifestantes derrubaram uma estátua de Hugo Chávez em Coro, no estado de Falcón, após a reeleição controversa de Nicolás Maduro.
Campanha de Edmundo González, principal adversário do chavista, diz ter obtido 70%. EUA, Chile e Peru contestaram dados oficiais.
Torcedores do Leixões, clube português, protestaram veementemente contra a venda do clube para o Flamengo. Eles exibiram faixas com frases duras, expressando sua insatisfação e desejo de manter a independência do clube.
A Secretaria da Administração Penitenciária informou que o 'Grupo de Intervenção Rápida, formado por agentes penitenciários, está atuando no local'