O nome de Zambelli foi incluído na lista de difusão vermelha da Interpol, e o ministro Alexandre de Moraes determinou prisão preventiva.
De acordo com a Polícia Federal, Zambelli deixou os Estados Unidos rumo à Itália antes de ser oficialmente inserida na lista da Interpol.
A oitiva integra o inquérito que apura se o filho do ex-presidente tentou interferir na ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado — processo no qual Bolsonaro é réu.
Julgamento pode acelerar tramite para que pena de condenação comece a ser aplicada
Deputada pediu licença nesta quinta-feira à Câmara
Famoso por jogar GeoGuessr — jogo em que é preciso descobrir locais do mundo com base em imagens de ruas —, Paschoal usou a experiência adquirida nos últimos quatro anos para identificar o cenário.
STF ainda não havia determinado o bloqueio do passaporte da deputada, que alegou motivos médicos e políticos para sua saída
Deputada está na Itália, para onde fugiu após ser condenada por invadir sistemas do CNJ
Zambelli também é investigada em outros processos no STF e na Justiça Eleitoral. Entre as acusações estão porte ilegal de arma, disseminação de fake news e envolvimento em articulações golpistas
A defesa pede a absolvição da deputada e afirma que houve cerceamento de defesa pela falta de acesso a todas as provas produzidas durante a investigação.
Deputada divulga campanha financeira após sentença de 10 anos de prisão e perda de mandato.
Ex-presidente nega envolvimento em conspiração e volta a falar em perseguição.
A pena se refere à participação na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o hacker Walter Delgatti.
Com a decisão, Zambelli foi condenada à perda do mandato após o fim de todos os recursos possíveis e o pagamento de R$ 2 milhões em danos morais coletivos.
Plenário da Primeira Turma já tem maioria para pena de dez anos de prisão e perda de mandato da deputada
Mesmo em meio a processos e questionamentos, Zambelli segue fiel ao bolsonarismo, ainda que reconheça os desgastes dentro do grupo.
A decisão foi motivada por ação da deputada Sâmia Bomfim (PSOL), que alegava que Zambelli divulgou informações inverídicas sobre o processo eleitoral
Na segunda-feira (24), Bolsonaro afirmou que Zambelli "tirou o mandato" de sua chapa nas eleições de 2022 após caso porte ilegal de arma
O julgamento segue suspenso por pedido de vista de Nunes Marques, mas Dias Toffoli antecipou o voto, formando assim maioria.
Ministros que já se manifestaram defendem pena de cinco anos de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal
Processo se refere a episódio de 2022, na véspera da eleição, quando deputada sacou arma e perseguiu homem por ruas de São Paulo
Restam dois votos para que se forme a maioria no Supremo Tribunal Federal
Os votos preveem para Zambelli a pena de 5 anos e 3 meses de prisão, além de 80 dias-multa e a perda do mandato após o trânsito em julgado do processo.
Ministro do STF também defende perda de mandato da deputada; julgamento ocorre no plenário virtual
A publicação da deputada ocorreu poucos dias antes de seu julgamento no STF por porte ilegal de arma de fogo.