Bernardino de Sousa Coelho, da Polícia Militar do Piauí teve a morte cerebral confirmada no início da tarde desta terça-feira (03).
O sargento trocou tiros com assaltantes no último sábado em Teresina.
O crime aconteceu no bairro Parque Piauí, zona Sul de Teresina, onde ele foi atingido por pelo menos quatro tiros de arma de fogo.
Maria Rita de Cassia dos Santos e Silva, de 14 anos, foi encontrada morta no dia 8 de agosto de 2024.
A vítima descarregava o seu veículo, quando ocorreu uma troca de tiros. Até o momento, ninguém sabe quem é o autor dos disparos.
O crime ocorreu em 2015. Na época, de acordo com denúncia feita pela mãe, o filho começou a apresentar mudança no padrão de comportamento, passando a adotar brincadeiras de cunho sexual.
Na noite do dia 15 de março, um policial militar recém-chegado ao bairro foi surpreendido por disparos de arma de fogo em frente ao seu apartamento.
O veículo do major foi perfurado por tiros tanto na parte dianteira quanto na traseira. A vítima morreu no local antes de receber atendimento médico.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Piauí como latrocínio, o roubo seguido de morte.
A investigação aponta que os envolvidos integram um grupo criminoso formado por membros de uma mesma família.
O PM foi assassinado na tarde deste sábado (26) na região do Grande Dirceu, zona Sudeste de Teresina.
O caso aconteceu em frente a uma academia de propriedade da vítima, no bairro Francisco Marreiros, na zona Sudeste de Teresina.
O atropelamento aconteceu em dezembro de 2024, no encontro das avenidas Nossa Senhora de Fátima e Jóquei Clube, zona Leste de Teresina.
Inicialmente tratado como latrocínio (roubo seguido de morte), o crime pode ter tido outra motivação.
Segundo a Polícia Militar do Piauí, a equipe foi acionada e conseguiu intervir.
O corpo de Yuri Henry Balbino foi encontrado próximo a uma motocicleta e munições de arma de fogo
Um laudo pericial do acidente não foi anexado ao inquérito policial, “uma vez que o documento reforça os argumentos apresentados na acusação” dos réus, de acordo com o MP.
Ele foi indiciado por homicídio e, atualmente, está trabalhando na PM, mas fora das ruas, e respondendo a um processo da Corregedoria.
A causa da morte ainda será esclarecida pelas autoridades competentes, mas a suspeita inicial é de afogamento. O caso segue sob investigação.
O coronel ainda relatou que o jovem responde por vários crimes.
Em 2018, ele chegou a ser preso pelo assassinato do primo do delegado-geral da Polícia Civil do Piauí, Luccy Keiko.
A audiência de instrução e julgamento dos acusados de matar e esquartejar Silvana Rodrigues aconteceu nesta terça-feira (11).
Réu relatou ter mentido sobre suicídio da vítima por orientação de advogado.
A delegada responsável pelo caso afirmou que não há como considerar como homicídio simples.
Após um mês da reconstituição da morte do PM, o departamento de polícia científica prorrogou o prazo para entrega do laudo final.