Neste sábado (24), Tatiana teve mais uma crise nervosa dentro da sala onde está detida.
Conforme apurado pela reportagem, ela teria tido uma crise nervosa no Quartel do Comando Geral da PM (QCG).
Diante do ocorrido, o promotor de Justiça Assuero Stevenson defende que a mãe da vereadora também seja alvo de investigação pelas autoridades.
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A audiência de instrução do processo contará com a presença de testemunhas e a apresentação de provas.
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O principal suspeito do crime é o tenente da Polícia Militar Elias Ribeiro da Silva, de 54 anos, que também era diretor de uma escola militar do município
No pedido ao Judiciário, ele alegou perseguição política e afirmou ter sido vítima de uma "injustiça".
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os policiais foram afastados de suas funções.
Ele foi indiciado por homicídio e, atualmente, está trabalhando na PM, mas fora das ruas, e respondendo a um processo da Corregedoria.
As versões apresentadas pelo casal à polícia se contradizem, resultando na reclassificação dos acusados como vítimas.
Os agentes utilizarão armamento apenas durante o expediente, sem autorização para portar as armas fora do ambiente de trabalho.
O delegado do DRACO, Charles Pessoa, reforçou o compromisso das autoridades em garantir a segurança de seus agentes e combater qualquer ameaça à ordem pública.
O inquérito também envolve três membros do PCC ligados a um caso recente: o assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC
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Gritzbach havia feito uma delação premiada ao Ministério Público, revelando nomes de envolvidos com o PCC, além de acusar policiais de corrupção.
Durante a operação, foram apreendidas três armas de fogo na residência do suspeito, além de realizadas buscas na casa do vereador.
A ação teve como objetivo cumprir quatro mandados de busca e apreensão, visando combater o tráfico de drogas e retirar armas de circulação.
O inquérito policial militar segue agora para a Justiça Militar, que deve abrir vista ao Ministério Público. O órgão poderá oferecer denúncia contra os acusados.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) afirmou que vai apurar a conduta dos policiais. Já o Comando de Policiamento do Interior 2 (CPI-2) garantiu que eles serão remanejados das atividades para apuração.
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O pedido de prisão foi elaborado pelo capitão Manoel Flavio de Carvalho Barros e inclui fotos que mostram o momento do crime.