O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tirou o sigilo do relatório nesta quarta (18). A PF indiciou mais de 30 pessoas
Após receber o relatório final da PF, o ministro Alexandre de Moraes deve enviar o documento para apreciação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A condução do esquema, segundo a PF, era feita por Alexandre Ramagem (PL), atual deputado federal e ex-diretor da Abin na gestão Bolsonaro.
. Segundo o magistrado, o militar teria tentado obstruir as investigações sobre a tentativa de golpe de Estado.
Com mais de 1,2 mil páginas, o documento foi enviado ao STF e reúne indícios de que a estrutura da Abin foi utilizada para atender interesses políticos e pessoais de aliados do ex-presidente Bolsonaro.
Advogado de Câmara acusa Cid de obstruir regras da colaboração premiada. Na decisão, Moraes determinou que os dois sejam investigado por tentativa de "embaraçar as investigações"
As audiências devem ocorrer na próxima terça-feira (24); réus integram núcleo investigado por tentativa de golpe de Estado
Esquema envolvia espionagem ilegal de pessoas consideradas pelo governo anterior como adversárias. Atual cúpula da Abin foi implicada por obstruir as investigações.
Eduardo Kuntz revelou ao STF mensagens trocadas com o militar nos primeiros meses do ano passado para fundamentar pedido de anulação da delação premiada de Cid
Os advogados alegam que o ex-ajudante de ordens teria violado o sigilo da colaboração ao comentar detalhes das tratativas em perfis nas redes sociais.
Levantamento aponta petista na frente em todos os cenários de primeiro turno; Bolsonaro, Tarcísio e Michelle aparecem como principais adversários
Ex-ministro de Bolsonaro é suspeito de tentar obter passaporte português para Mauro Cid; ele nega envolvimento
Gilson Machado é investigado por suposta tentativa de ajudar Mauro Cid a obter passaporte português para sair do país
Marcelo Castro e Júlio César aparecem na frente em pesquisa para o Senado realizada pelo Instituto Amostragem com apoio do governador Rafael Fonteles e presidente Lula
Hoje, Mauro Cid passou mais de três horas na sede da Polícia Federal em Brasília, prestando esclarecimentos
Depoimento foi prestado após uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes
x-ministro do Turismo teria articulado a emissão de um passaporte português para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.
Bolsonaro também pediu desculpas pelas denúncias sem provas ao ministro Alexandre de Moraes.
Na segunda (9) e na terça (10), Primeira Turma ouviu oito réus do chamado 'núcleo crucial', incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Depoimento teve tom contido e marca mudança de estratégia com o objetivo de minimizar danos. Outra estratégia é tentar descredibilizar delação de Mauro Cid.
Braga Netto negou ter ordenado ataques de apoiadores de Bolsonaro aos ex-comandantes do Exército, Freire Gomes, e da Aeronáutica, Baptista Júnior.
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General Braga Netto nega ter intimidado chefes militares para aderir a plano golpista após derrota de Bolsonaro em 2022. Saiba mais sobre a declaração.
Ele também criticou os pedidos por intervenção militar e rejeitou qualquer ligação com manifestantes que clamavam por um novo Ato Institucional nº 5 (AI-5)
Enquanto relatava como é abordado por apoiadores nas ruas, Bolsonaro perguntou ao ministro se gostaria de assistir a um vídeo com essas cenas