Criança está em abrigo e espera decisão da Justiça sobre guarda ou adoção.
Padrasto deve ser indiciado por homicídio e mãe do menino deve ser inocentada.
o padrasto do menino não apresentou novidades em seu depoimento.
A criança estava internada no Hospital Materno Infantil (HMI) desde quando foi localizada em frente a uma casa
Filho da mulher tinha pouco mais de um ano quando foi assassinado.
Polícia vai iniciar fase de depoimentos sobre o caso nesta quarta-feira (11).
Ela foi encontrada pela polícia após denúncia; hospitalizado, bebê passa bem.
Os laudos já foram emitidos, mas não chegaram ainda à Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto.
A prorrogação da prisão foi pedida pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro
Christian se preparava para ir para a escola quando foi atingido.
Se a Justiça aceitar o pedido, o casal deve ficar mais 30 dias detido para que a investigação seja concluída.
De acordo com as investigações, o padrasto de Joaquim, Guilherme Longo, comprou cinco ampolas de insulina em uma farmácia.
Castro já havia afirmado que a perícia não encontrou vestígios de uma terceira pessoa no imóvel
Familiares expressam dor durante enterro do jovem de 19 anos.
Marcus Tulio Nicolino diz que ainda há muitas questões a serem esclarecidas sobre o crime
No áudio, Guilherme Longo diz a Natália Ponte que não sabe o que aconteceu com a criança. Os dois estão presos preventivamente.
Para o promotor responsável pelo caso, Marcus Túlio Nicolino, a motivação do crime seria o ciúmes que Guilherme sentia de Joaquim.
Criança sofreu hemorragia e falência múltipla de órgãos.
O delegado Mateus Cintra Andrade, que realizou a prisão do criminoso, disse que o rapaz caiu em contradição em seu depoimento
Polícia investiga SMS de padrasto para mãe de Joaquim que cita seguro
O padrasto Guilherme Longo enviou uma mensagem de celular para a mãe de Joaquim onde fala em ter feito uma apólice de seguro.
Menino de 3 anos foi achado morto no Rio Pardo no dia 10 de novembro.
Arthur Paes, pai de Joaquim, se emociona ao falar do caso em frente à Delegacia de Investigações Gerais (DIG)
Profissional de saúde diz que erros são comuns, mas é simples impedir a morte da vítima
Longo era o padrasto do menino e foi a última pessoa a ter contato com ele.