O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,586, com recuo de R$ 0,059 (-1,05%). Na mínima do dia, por volta das 14h15, encostou em R$ 5,57.
A publicação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) influenciou diretamente o comportamento dos investidores.
O dólar caiu pela segunda vez consecutiva. A bolsa de valores teve forte alta e aproximou-se dos 130 mil pontos.
A declaração foi dada no mesmo dia em que a moeda americana fechou com alta de 1,29%, cotada a R$ 5,91, o maior patamar desde janeiro de 2022.
A disparada veio na esteira do anúncio do governo chinês de que vai retaliar as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump
Na quinta-feira, a moeda norte-americana recuou 1,23% e atingiu o seu menor valor no ano: R$ 5,62.
A moeda americana registrou uma queda de 0,99% na semana e uma perda de 7,98% no ano.
O temor dos investidores foi intensificado após declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, que não descartou impactos econômicos negativos
O dólar fechou em alta nesta segunda, a R$ 5,42. Investidores temem aumento de risco fiscal no Brasil e esperam decisão do Copom sobre juros.
O Banco Central divulgou o Boletim Focus, elevando as projeções do IPCA pela quarta semana consecutiva para 2024, de 3,86% para 3,88%
O dólar atingiu o maior valor em mais de um ano, a R$ 5,19, enquanto o Ibovespa caiu pela quarta vez consecutiva.
A Bolsa se aproximou dos 129 mil pontos, com a prévia oficial da inflação de janeiro e o índice de preços ao consumidor (PCE) nos EUA.
O patamar atingido nesta segunda-feira representa um recorde para o Ibovespa, superando o valor anterior registrado na última quinta-feira (14/12).
Alta foi impulsionada pelo crescimento de ações relacionadas a commodities metálicas e pela busca por risco no cenário internacional.
O valor supera o recorde anterior estabelecido no último dia 26 de julho, que era de 122.560 pontos.
O resultado desta segunda (24) fez a moeda norte-americana acumular quedas de 1,18% no mês e 10,33% no ano.
O crescimento da bolsa de valores de São Paulo é reflexo da decisão de manutenção da taxa de juros dos EUA e da alteração de perspectiva de rating do Brasil
O dólar voltou a cair e chegou a R$ 4,86, nesta segunda-feira, um recuo de R$ 0,01 (-0,2%).
A queda foi novamente influenciada pelo teto da dívida nos EUA e a perspectiva de que o Federal Reserve não subirá juros
A cobrança de impostos é inegavelmente uma preocupação dos brasileiros
Às 14h00 (horário de Brasília), o Ibovespa operava em alta de 0,37% a 112.456 pontos. O dólar comercial à vista recuava 0,38%, a R$ 5,187.
O petista venceu o segundo turno da disputa neste domingo (30) ao derrotar o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL).
A moeda norte-americana subiu 3,02%, cotada a R$ 5,3024. Esta é a maior alta diária desde 22 de abril, quando a moeda subiu 4,04%.
Moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 1,57%, vendida a R$ 5,2716.
Até esta quarta (23), a cotação da moeda dos Estados Unidos acumulava queda de mais de R$ 1 em relação ao pico