A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que o delator do PCC, Vinicius Lopes Gritzbach, tenha sido monitorado durante seu voo de Maceió para São Paulo.
Os policiais investigados já estavam sendo monitorados pela Corregedoria da Polícia Militar (PM) desde um mês antes do crime
Após o assassinato, os corregedores retomaram as investigações, especialmente após apreender os celulares dos PMs que trabalhavam para ele.
Dois homicídios foram registrados na zona Leste de Teresina e um na zona Sudeste, no sábado (09) e domingo (10). A principal linha de investigação para os crimes, é que foram motivados por rixa entre facções.
Vinicius Gritzbach respondia a processos por homicídio e lavagem de dinheiro do PCC, segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
Gritzbach havia retornado de uma viagem a Maceió trazendo pelo menos 38 objetos luxuosos.
Ele era investigado por envolvimento com o PCC e havia firmado um acordo para delatar crimes da facção e de policiais.
Quatro policiais foram contratos por Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, jurado de morte pelo PCC. Eles são investigados pela Polícia Civil e foram afastados de suas funções neste sábado (9).
Ele assinou um acordo com o Ministério Público de São Paulo e entregou supostos esquemas da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Em uma entrevista concedida em fevereiro, sete meses após deixar a prisão, o empresário apresentou seu apartamento de alto padrão em São Paulo
Vinícius Lopes Gritzbach, réu por lavagem de dinheiro do PCC, foi executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Ele ajudou a facção a lavar R$ 30 milhões e estava colaborando com o Ministério Público.
Ele estava jurado de morte pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo acusado de desviar R$ 100 milhões da facção criminosa
Pelo menos outras pessoas três pessoas também foram atingidas. A vítima seria o empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, que teria mandado matar dois integrantes do PCC.
A mulher relatou que havia terminado o relacionamento com o suspeito há cerca de nove meses e começou a namorar a vítima, seu colega de trabalho em uma lanchonete
A primeira ocorrência aconteceu pela manhã do sábado (02), onde uma discussão entre irmãos terminou com ambos mortos.
Sem dar chance de reação, o suspeito aponta a arma e dispara várias vezes à queima-roupa contra Gabriel, que cai ao chão, já sem vida.
A perseguição e execução ocorreu na tarde desta quinta-feira (31), na Vila da Paz, região periférica e perigosa da zona Sul de Teresina. Um adolescente de 16 anos ainda foi baleado e socorrido ao HUT.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram que o local estava lotado e com várias pessoas na calçada quando os executores chegaram atirando.
O principal suspeito é um policial militar, cujo nome não foi divulgado, e que foi preso na manhã de terça-feira (22). A motivação do crime ainda está sob investigação.
O assassinato aconteceu na região do bairro Pedra Mole, zona Leste de Teresina, neste sábado (19). As investigações sobre o crime estão a cargo do DHPP do Piauí.
A onda de assassinatos provocada pelos membros do PCC começou após a esposa grávida de um dos acusados ser assassinada por rivais do Bonde dos 40.
Seu método envolvia tortura e mutilação, e suas vítimas eram frequentemente encontradas com sinais de brutalidade excessiva
As imagens da câmera de segurança flagraram o momento que a vítima foi cercada pelos criminosos, que estavam de coletes, toucas ninjas e fuzis.
A prisão ocorreu em menos de 24h desde que o acusado invadiu a casa do jovem e o matou a tiros na zona Sudeste de Teresina, nessa quarta (09). Ele ainda é acusado de roubos. A PM prendeu ele após uma perseguição policial.
Francisco de Assis Neto era empresário do setor de máquinas, no Maranhão. Segundo a polícia, o crime pode ter sido registrado por câmeras.