A ação foi autorizada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).
Cid foi preso na última quarta-feira (3) pela Polícia Federal (PF), em operação que apura um esquema de fraude em certificados de vacinação
Cerca de 63% dos requerimentos vem de parlamentares ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Aparelhos foram apreendidos na semana passada durante operação que apura supostas fraudes em cartões de vacinação de Bolsonaro e aliados.
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A imagem compartilhada por Michelle foi publicada pelo governo federal após uma operação de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os dados dão o indicativo de que realmente pode ter ocorrido fraude, na data em que elas teriam sido vacinadas, a imunização não englobava menores.
Os cartões falsos eram comercializados na internet, especialmente em grupos do Telegram formados por negacionistas.
O Coronel Cid foi preso em Operação da Polícia Federal na última quarta-feira, 03 de maio; o braço-direito de Bolsonaro é suspeito de participar de esquema de falsificação de carteira de vacinação.
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O deputado foi repreendido por um parlamentar bolsonarista ao falar sobre o caso durante os trabalhos da comissão
Além disso, Moraes mencionou a possibilidade de existir uma "organização criminosa" envolvida na adulteração dos dados de vacinação.
Para Telhada, as prisões ocorreram de maneira arbitrária. Segundo ele, as defesas não obtiveram acesso ao inquérito.
A operação na casa do ex-presidente foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e faz parte do inquérito das "milícias digitais".
O militar acompanhava o ex-presidente de forma integral dentro e fora do Palácio do Planalto.
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Faziam parte desse acervo dois kits de joias presenteados pela Arábia Saudita e que foram devolvidos pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro
Os militares nomeados para assessorar Bolsonaro depois de ele ter deixado a Presidência revelaram que somente eles tinham acesso ao local.
O ex-casal foi encontrado morto na residência da vítima
A atuação do ministro foi questionada após ele ser visto conversando cordialmente com extremistas.
Lista de servidores foi enviada ao STF. Nem todos os listados podem ter cometido alguma irregularidade.
Ela foi morta cruelmente pelo ex-namorado com três disparos de arma de fogo na última terça-feira (11). O ex-namorado de Aline não aceitava o fim do relacionamento entre ambos.
Um segundo homem, com as iniciais C.N.C.de S, de 20 anos de idade, e que possivelmente ajudou o suspeito de efetuar os disparos a empreender fuga, também foi preso.
Ao Meionorte.com, o Tenente Erisvaldo Viana relatou que o principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, que não aceitava o fim do relacionamento entre os dois.
O prejuízo estimado é de R$ 6 milhões; dois ex-gestores da Saúde serão responsabilizados e multados. Empresa não comprovou transporte de oxigênio.