Melo também respondeu sobre os pedidos de impeachment que enfrenta internamente no clube e descartou qualquer possibilidade de deixar o comando.
O inquérito investiga irregularidades no contrato de patrocínio firmado entre o clube e a empresa Vai de Bet
Três policiais militares que executaram o empresário seguem presos no Presídio Militar Romão Gomes
Os 16 PMs presos temporariamente por 30 dias, incluindo 14 que atuavam como segurança pessoal de Gritzbach, foram encaminhados ao Presídio Romão Gomes.
O inquérito também envolve três membros do PCC ligados a um caso recente: o assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC
Gritzbach havia feito uma delação premiada ao Ministério Público, revelando nomes de envolvidos com o PCC, além de acusar policiais de corrupção.
A investigação aponta possível ligação com o assassinato do delator Vinícius Gritzbach em Guarulhos.
Além de Baena, os policiais Eduardo Monteiro e Rogério de Almeida Felício, conhecido como Rogerinho, também foram implicados.
Um delegado e quatro policiais civis são alvo de mandados de prisão. Ação reúne dados de diversas investigações sobre a facção, inclusive o homicídio do delator Vinícius Gritzbach.
Polícia Civil investiga empresário suspeito de sonegação fiscal por meio de 188 empresas: Ricardo Magro, dono da Refit.
Matheus já era identificado como alvo pelas autoridades e tinha um mandado de prisão em aberto.
assassinato do delator do PCC Vinicius Gritzbach, executado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos,
Cyllas Elia foi delatado à Corregedoria da Polícia Civil pelo empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, 38, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital) assassinado a tiros no dia 8.
O indivíduo identificado é Matheus Augusto de Castro Mota, que permanece foragido.
Investigação identifica empresas ligadas a policiais citados em delação do PCC. Negócios incluem concessionária de carros de luxo, construtora e um clínica de estética.
A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que o delator do PCC, Vinicius Lopes Gritzbach, tenha sido monitorado durante seu voo de Maceió para São Paulo.
O fuzil de calibre 7,62 mm, segundo especialistas consultados pela CNN, possui alto poder de perfuração e causa lesões graves, podendo resultar em "morte instantânea"
O empresário, de 38 anos, havia fechado um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo, prometendo delatar crimes da facção e da polícia
Ele assinou um acordo com o Ministério Público de São Paulo e entregou supostos esquemas da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Vinícius Lopes Gritzbach, réu por lavagem de dinheiro do PCC, foi executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Ele ajudou a facção a lavar R$ 30 milhões e estava colaborando com o Ministério Público.