A próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central está agendada para a próxima semana
Ministra diz que as condições são favoráveis para efetivo corte nas taxas de juros.
Mesmo com queda, alimentação e saúde tiveram aumento de preços
Haddad mencionou que o Ministério da Fazenda já apresentou ao BC dados que mostram que a economia do país suportaria a redução dos juros.
Emendas de relator não foram completamente incluídas no documento
Galípolo terá que abdicar de cargo ofertado para assumir diretoria do Banco Central
A batalha por redução de juros ganha força no mercado brasileiro
No acumulado do ano, o IPCA apresenta alta de 2,72%, enquanto nos últimos 12 meses a variação foi de 4,18%.
A expectativa é de que taxa do contrato DI para janeiro caia até 2027
Proposta é criar um ambiente para que o mercado possa colocar os preços de maneira adequada.
Atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda fez carreira no mercado financeiro e é o 'braço direito' do ministro.
Uma das principais mudanças é a transferência da regulação do modelo-padrão dos cheques para as instituições financeiras
Embora reconheça a autonomia do Banco Central, Lula argumentou que, como presidente, deve ter o direito de questionar a política monetária adotada pela entidade.
Esta é a primeira decisão do Banco Central após a apresentação do novo arcabouço fiscal pelo governo Lula
Mesmo diante de evidências de que o cenário econômico comporta taxas de juros satisfatórias ao crescimento do país, o presidente do BC, insiste em manter patamar elevado.
Ainda durante a audiência, Campos disse que existe uma tendência de queda estrutural na taxa de juros do país.
O encontro ocorrerá na sala 19 da Ala Alexandre Costa, no Senado Federal, a partir das 9h, e será aberto à participação.
Governo trava batalha com Banco Central, hoje independente, para reduzir juro básico e aquecer economia. BC vê risco de alta da inflação, e já indica que queda da Selic pode demorar a acontecer
O painel de discussões com Campos Neto e Haddad está previsto para o próximo dia 27 de abril. Informações de bastidores dão conta de que os governistas querem 'colocar contra a parede' o presidente do BC.
Cláudio Castro defende a redução na taxa de juros para que o Brasil volte a crescer.
Eixos contemplam transportes; infraestrutura social; inclusão digital e conectividade; infraestrutura urbana; água para todos e transição energética.
O Brasil está endividado (mais de 65% da população ativa) e quase metade deles inadimplentes.
Ministro da Fazenda tenta angariar receitas para sustentar meta de zerar déficit em 2024
A meta de inflação para o ano de 2023 está fixada em 3,25%, com uma margem de variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
O ministro havia criticado o líder do BC, afirmando que não faz sentido manter a taxa perto de 14%, quando as projeções de inflação estão abaixo de 6%.