Com isso, a maioria do STF decidiu manter Alexandre de Moraes como relator do caso e negar as alegações das defesas.
A Polícia Federal identificou que o general tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Caso a acusação seja aceita, o ex-presidente e seus aliados podem se tornar réus
O prazo para a entrega das alegações prévias ao ministro do STF Alexandre Moraes começou a vencer nesta quinta-feira (6).
Ex-presidente passou o Carnaval em Angra dos Reis e recebeu aliados e apoiadores para discutir o projeto de anistia aos condenados do 8 de janeiro e as eleições 2026.
Fernandes exercia forte pressão sobre Bolsonaro e chegou a ser cogitado para punição pelo então comandante do Exército, Freire Gomes.
O documento menciona decisões do STF e conclui pela necessidade da decretação do Estado de Sítio.
Somadas, as penas máximas chegam a 43 anos de prisão, sem contar os agravantes, além da possibilidade de ele ficar inelegível
A denúncia foi passada ao STF, que decidirá se tornará os denunciados réus ou não
A denúncia alega que o grupo estava baseado em um "projeto autoritário de poder" e enraizado na própria estrutura do Estado, com forte influência de setores militares.
Denúncia é uma acusação formal de crimes feita pelo Ministério Público à Justiça. Supremo Tribunal Federal vai analisar o pedido que, se aceito, vai tornar réu o ex-presidente.
O documento dividiu os aliados de Bolsonaro em três grupos: conservadores, moderados e radicais
Polícia investiga ataque que estaria previsto para acontecer ainda em janeiro e que envolveria também a morte de Alexandre de Moraes
Magistrado foi responsável por colocar atrás das grades 23 aliados do ex-presidente, um salto de mais de 50% em comparação com os 15 casos de 2023
General está no Quartel General da 1ª Divisão do Exército, na zona Oeste do Rio de Janeiro
Na véspera, Moraes havia deferido a prisão do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e vice na chapa de Jair Bolsonaro (PL) em 2022
Hamilton Mourão explicou que, embora tenha ocorrido discussão entre uma ala das Forças Armadas, não houve ação concreta e as conversas se limitaram a “WhatsApp” e “ações táticas”
Sala é usada por chefe do Estado Maior da 1ª Divisão do Exército, cargo que só fica abaixo do comandante da unidade.
Investigações seguem trilha do financiamento golpista do ex-Ministro da Defesa
Neste domingo (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou a prisão do general Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa do governo Bolsonaro.
Braga Netto negar ter atrapalhado investigações sobre tentativa de golpe de Estado em 2022. Ex-ministro foi preso após suposta interferência em apurações
Braga Netto permanecerá detido na Vila Militar, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e a prisão preventiva não possui um prazo definido para término.
O general Braga Netto está preso. Ele é um dos investigados pela tentativa de golpe de Estado.
Segundo Moraes, a Polícia Federal (PF) identificou a participação de Braga Netto no planejamento e execução das ações golpistas
General da reserva é acusado de planejar assassinatos e liderar articulações para abolição do Estado Democrático de Direito