Nesta terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Benni contra um esquema que aplicava golpes em bancos na capital piauiense.
Para acessar o local, o grupo rompeu a cerca elétrica e furtou um condensador de ar-condicionado. Um celular foi apreendido com restrição de roubo
A ação criminosa também resultou na queima de outros itens do velório, causando medo em familiares e moradores da região
Inicialmente tratado como latrocínio (roubo seguido de morte), o crime pode ter tido outra motivação.
Em depoimento, o vereador admitiu ter tido relações sexuais com o adolescente de 15 anos, mas afirmou que foi consensual.
Para dar credibilidade ao golpe, os criminosos apresentavam contratos aparentemente regulares.
No local onde o homem foi preso, haviam celulares, chips com queixas de roubo e um programa de computador para resetar qualquer modelo de celular
Considerado perigoso, Ferrugem já havia sido julgado por tentativa de homicídio em 2024, quando tentou assassinar um morador conhecido da cidade, identificado como Mascherano.
Policiais usaram bombas de efeito moral para dispersar o grupo, que revidaram com tiros.
A ação foi realizada pelo Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e do 5º BPM.
Uma suspeita investigada comandava um escritório que produzia documentos falsos e chegou a cometer fraudes em nome da própria mãe, já falecida.
Segundo informações preliminares, os assaltantes roubaram a motocicleta da vítima e fugiram.
Jilvan era natural de Alegrete do Piauí. Ele era mascate e estava tendo conflitos por conta de território de vendas com outros dois mascates, o que pode ter motivado o crime.
Ele foi estava na própria casa neste sábado (29), quando foi surpreendido por atiradores.
Vítima, recém-operada, sofreu agressões e teve prótese arremessada pela janela, segundo a PMDF
Segundo a Polícia Militar do Piauí, a equipe foi acionada e conseguiu intervir.
De acordo com as primeiras informações, criminosos interceptaram Felipe e o obrigaram a realizar uma transferência de R$ 4.740 via Pix.
O vídeo da expulsão repercutiu nas redes sociais, mostrando Ana e uma amiga sendo xingadas.
A decisão pela prisão preventiva foi assinada no dia seguinte ao acidente.
Após vítima ser baleada, o carro desceu desgovernado e só parou ao bater no muro de uma casa
João Pedro Marquini, de 38 anos, era agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core)
As vítimas, identificadas como Cleiton e Aluíso, foram atacadas por um homem conhecido apenas como "China".
A vítima estava grávida de 7 meses do acusado, que não aceitava a paternidade. Ele planejou o crime e o executou com a ajuda de um comparsa.
Durante as agressões, o homem ameaçou a mulher, afirmando que, caso denunciasse o ocorrido à polícia, ela não permaneceria viva na casa.
Imagens obtidas pela reportagem mostram a vítima caída no chão, próximo a uma árvore, com sinais de violência no rosto.