As ações ocorreram durante o mês de agosto deste ano em todo o país, e o balanço só foi divulgado nesta quarta-feira (9).
Entre as irregularidades estavam a falta de instalações sanitárias adequadas, fornecimento de água imprópria para consumo, ausência de equipamentos de proteção individual (EPIs) e alojamentos superlotados e sem energia elétrica
Segundo a Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT), o trabalhador chegou à propriedade em 2008 e permaneceu no local exercendo a função de caseiro.
Fiscalização identificou condições degradantes de trabalho e indícios de exploração mineral ilegal em três pedreiras
O órgão foi informado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos de Timon (MA), que acolheu, nesta semana, 24 timonenses submetidos a essa situação.
Segundo os órgãos de fiscalização, os trabalhadores viviam em alojamentos insalubres, sem condições mínimas de higiene, além de enfrentarem frentes de trabalho precárias.
Recrutados no Norte e Nordeste, viviam em alojamentos superlotados e sem condições mínimas. Além disso, há indícios de tráfico de pessoas, servidão por dívida e jornadas exaustivas
Trabalhadores estavam em uma fazenda na zona rural de Benedito Leite, cidade a 522 km de São Luís.
Após o resgate, os colaboradores foram encaminhados para a assistência social. Eles precisavam trabalhar em condições precárias e segundo o MTE recebiam R$1 mil por mês, valor inferior ao salário mínimo
Como medidas administrativas decorrentes das ações de fiscalização, foram lavrados autos de infração, embargos e notificações
Cinco pessoas foram presas e três trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão em uma pedreira no Rio Grande do Sul.
Embora ainda relevante, o número registrou uma queda de 8,8% em comparação com 2022
De acordo com a PF, dois homens que seriam responsáveis pela fazenda foram presos em flagrante por aliciamento e prática de trabalho análogo à escravidão.
Ao longo de 12 meses, foram protocoladas 3.422 denúncias, representando um aumento de 61% em relação a 2022
O número de pessoas resgatadas em situações degradantes no Piauí, somente em 2023 já ultrapassa 160 trabalhadores
Os piauienses eram oriundos dos municípios de São Raimundo Nonato (5), Piracuruca (1) e Ipiranga do Piauí (1)
O levantamento foi divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
A mulher está em um abrigo para vítimas de violência doméstica e vai receber apoio psicossocial, jurídico e orientações para qualificação profissional.
O procurador-chefe do MPT-PI do trabalho Edno Carvalho Moura será responsável por conduzir a investigação e vai apurar os fatos relatados pela vítima
Ranking da escravidão no Brasil salta de 94ª para 11ª posição em dez anos, com mais de 1 milhão de pessoas vivendo em condições análogas à escravidão.
Foram resgatados 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo em pedreiras, na região sul do estado
Apenas no ano de 2022, houve 180 resgates de trabalhadores em situação análoga a escravidão no Piauí, fazendo com que o Estado ocupasse a terceira colocação no ranking de resgastes do país.
Além das condições degradantes de trabalho, o empregador não havia formalizado os contratos de trabalho na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) dos trabalhadores, não pagava salário mínimo garantido.
No ano passado, o Estado ficou em terceiro lugar no Brasil que mais efetuou resgates, contabilizando 180 trabalhadores resgatados.
Homens estavam trabalhando em uma pedreira localizada na Serra do Quilombo, município de Palmeira do Piauí.