Júri popular de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, acusados do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, está marcado para 30 de outubro.
O conflito teria sido motivado pela recusa de Lázaro em aceitar o relacionamento de sua filha com o policial.
A família da vítima descobriu o crime após o garoto sair de casa escondido para ir à casa do sacerdote. À polícia, adolescente disse que ligou para o pai após o padre passar as mãos em suas partes íntimas.
Delegado aproveitou outro documento de citação para se comunicar com ministro Alexandre de Moraes e dizer que Lessa mentiu.
Os mandados foram solicitados pela Procuradoria-Geral da República (PGR)
O crime ocorreu no dia 26 de fevereiro deste ano em frente à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
No dia 31 de março deste ano, o empresário Fernando de Andrade provocou um grave acidente em São Paulo e matou Ornaldo da Silva Viana.
Segundo a denúncia, os milicianos constrangem, ameaçam e expulsam as comunidades tradicionais de suas terras no Litoral do Piauí.
O governo paulista esclareceu que as mortes decorrentes de confrontos são resultado da reação violenta dos criminosos à ação policial
Manifestação buscou clamar por justiça para um crime que ainda permanece sem solução completa.
A denúncia foi apresentada pela Conectas Direitos Humanos e pela Comissão Arns, e aponta que a situação na região é resultado de ação deliberada do Governador
A ação foi realizada com base em um mandado de prisão expedido pela 3ª Câmara Criminal da Capital
Mohana expressou dedicação para provar a inocência do pai, enfatizando que aguarda confirmação sobre a possível delação
Ele foi denunciado por agredir covardemente a modelo Mariana Lopes Meneses no último domingo (14), após ela questioná-lo sobre um vazamento de gás.
Estava previsto para hoje, o depoimento do síndico, porém nem ele e a delegada compareceram à delegacia, sendo adiado.
A princípio, o síndico Manfredo Pereira pode responder por lesão dolosa, no entanto, a defesa afirma que ele teria xingado a modelo.
Em suas redes sociais, ela compartilhou fotos do rosto ensanguentado e marcado pela violência. Foram feitos, ao todo, cinco pontos na regulação do rosto.
Ele foi flagrado por câmeras de segurança agredindo e matando a esposa a tiros após discutir com ela no dia 3 de dezembro numa rua no bairro Perus.
As decisões foram tomadas após a atuação do Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da 13ª Promotoria do Júri.
De acordo com o advogado do ex-PM, Dr. Pitágoras Veloso, houve violação do devido processo legal com um júri que também ofendeu o processo.
Altamir Senna Oliveira Junior, chamado de "Misinho", saiu da prisão há pouco mais de um mês.
O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (25), pelo Ministério Público do Piauí (MPPI), por intermédio do Grupo de Apoio aos Promotores de Justiça Criminal.
Segundo a PM, o médico havia marcado um encontro com uma mulher que conheceu em um aplicativo de relacionamento. Na ocasião, ele foi surpreendido pelos suspeitos.
Um homem denunciou que seu cunhado estaria abusando sexualmente de sua filha, uma criança com dois anos de idade
No domingo (23), ex-deputado resistiu à prisão e atirou com fuzil e jogou 3 granadas, ferindo 2 agentes, mesmo proibido de portar armas