Braga Netto, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, foi preso neste sábado (14) pela Polícia Federal.
General da reserva é acusado de liderar planejamento de ações para manter Bolsonaro no poder
Mais três pessoas foram indiciadas pelos crimes: golpe de estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Os mesmos que Bolsonaro deve responder se denunciado.
Autorização foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (6). Edital tem até seis meses para ser publicado.
Na semana passada, Bolsonaro e mais 36 aliados foram indiciados pela Polícia Federal (PF) pela tentativa de golpe
O ex-presidente é um dos 37 indiciados pela Polícia Federal pelos supostos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado de Direito e organização criminosa.
A operação que visa desarticular um grupo criminoso responsável por fraudes do Auxílio Emergencial no Piauí e Maranhão.
Segundo o advogado Jeffey Chiquini, o militar procurará “esclarecer todos os questionamentos” que lhe forem feitos
Nesta quinta-feira (28), a Polícia Civil do Piauí cumpriu um mandado de prisão preventiva contra ele.
O foco é desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes envolvendo Auxílio Emergencial
Em novembro, juiz disse não emitir opiniões públicas ou juízos de valor sobre processos de conotação política.
Além de Bolsonaro, outros nomes como ex-ministros, militares e assessores são apontados como figuras-chave na tentativa de golpe
Sacerdote já era alvo da Polícia Federal em inquérito sobre ataques do dia 8 de janeiro de 2023
Polícia Federal revela documento que planejava golpe de Estado com apoio de Braga Netto.
No relatório final da investigação, a Polícia Federal afirma que Bolsonaro tinha 'plena consciência' e 'participação ativa' na trama golpista.
Documento de 66 páginas diz que morte ocorreu por 'traumatismo cranioncefálico' e descarta hipótese de tiro
Segundo a investigação da Polícia Federal, Mario Fernandes, general da reserva e ex-número 2 da Secretária-Geral da Presidência, foi o articulador do plano
A operação foi deflagrada pela PF contra militares suspeitos de conspirar contra a democracia e a segurança nacional
Auxiliares de Paulo Gonet, chefe da PGR, disseram à reportagem que não há prazo para a conclusão da análise do relatório da Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) anunciou, nesta quinta-feira (21), que todos os indiciados são investigados por crimes como organização criminosa e tentativa de subversão do Estado democrático de Direito.
Agora, o ministro relator do caso, Alexandre de Moraes, deve enviar o material para análise Procuradoria-Geral da República (PGR).
Ex-presidente e seu candidato a vice na eleição de 2022 vão responder por tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado e organização criminosa.
De acordo com a polícia, os acusados atuavam em 6 núcleos em plano para tomar o poder a favor do ex-presidente Bolsonaro
Entre os envolvidos estão participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023 e militares suspeitos de planejar o assassinato de Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
Wladimir também resistiu a falar com a PF, mas acabou prestando depoimento sobre o plano de golpe e assassinato de autoridades