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PM e familiares presos em operação que apura fraudes no Auxílio Emergencial são soltos

A operação que visa desarticular um grupo criminoso responsável por fraudes do Auxílio Emergencial no Piauí e Maranhão.

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Prisão e libertação de policiais e empresários envolvidos em fraude do Auxílio Emergencial. Operação "Bazófia" realizada para desarticular grupo criminoso, resultando na apreensão de bens de luxo. Criminosos invadiam contas de beneficiários do Auxílio Emergencial para desviar recursos por meio de transferência e saques.
Policial militar do Maranhão Gonçalo Matos de Aguiar Neto, seu irmão, o empresário Ricardo Rômulo de Sousa | Foto: Reprodução
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Após prestarem depoimento na sede Superintendência da Polícia Federal, na zona Leste de Teresina, e colaborarem com as investigações, o policial militar do Maranhão Gonçalo Matos de Aguiar Neto, seu irmão, o empresário Ricardo Rômulo de Sousa, e o pai, João Neto Matos de Aguiar, foram soltos na tarde desta quinta-feira (28). Eles haviam sido presos durante a operação que visa desarticular um grupo criminoso responsável por fraudes do Auxílio Emergencial. 

A informação foi confirmada ao MeioNews pela assessoria da Policia Federal. Segundo relatado, eles foram “colocados em liberdade pela autoridade policial”.

OPERAÇÃO 

A operação “Bazófia”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (28), tinha como objetivo cumprir 14 mandados de prisão e 19 mandados de busca e apreensão nas cidades Teresina, capital do Piauí e Bacabal, no Maranhão. O nome referir-se a ostentação esbanjada pelos investigados nas redes sociais. 

Entre os bens apreendidos estão oito carros de luxo, um jet ski, joias, bolsas de grife e uma arma de fogo, além de dinheiro em espécie.

COMO FUNCIONAVA

A investigação revelou uma complexa organização criminosa que tinha como alvo o Auxílio Emergencial. Os criminosos, após invadir as contas dos beneficiários, desviavam o dinheiro por meio de um elaborado esquema de transferências entre diversas contas, culminando em saques por "laranjas". O grupo, além de fraudes bancárias e desvio de benefícios, utilizava empresas de fachada para lavar o dinheiro obtido criminosamente.

Os investigados, com idades entre 20 e 40 anos, ostentavam um padrão de vida incompatível com suas rendas declaradas, exibindo viagens, festas e carros de luxo nas redes sociais.

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