Bolsa avançou 0,41% nesta quarta-feira (3) e atingiu máxima intradia de 161.963 pontos. Moeda norte-americana caiu acompanhando movimento internacional.
Moeda norte-americana fecha em alta e Ibovespa recua pela quarta vez seguida, influenciados por cenário internacional e dados de emprego nos EUA.
O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda-feira (27) aos 147.969 pontos, com alta de 0,55%. O indicador, que acumulava queda em outubro, agora sobe 0,5% no mês
Segundo fontes do Itamaraty, a agenda de domingo foi reservada para reuniões bilaterais, e a de Trump é tratada como prioridade.
Encontro será entre o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar do tarifaço e das sanções impostas a autoridades brasileiras
As medidas foram anunciadas após o fechamento dos mercados e têm como objetivo ajudar a estabilizar a economia argentina
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, confirmou em publicação nas redes sociais que os rascunhos são oficiais
Lula e Trump se encontram: entenda os possíveis temas da reunião e o que o Brasil pode oferecer em troca do fim das tarifas.
Ibovespa renova máxima histórica impulsionado por sinal de diálogo político e queda do dólar. Entenda os impactos da reunião do Copom e discursos do Fed.
Na prática, a valorização da moeda é vista como um obstáculo para a tentativa do republicano de reduzir o déficit da balança comercial dos EUA
Real fortalecido contra o dólar e perspectivas de distanciamento das taxas de juros nos países engatilha o fluxo de capital para ativos locais
Na véspera, a moeda americana fechou em alta de 0,14%, cotada a R$ 5,4434. Já a bolsa encerrou em queda de 0,21%, aos 135.623 pontos.
Lei americana possibilita que os Estados Unidos imponham sanções econômicas que vão além de contas bancárias
Na última sexta (18), Trump voltou a ameaçar impor tarifas contra os membros do Brics ou quaisquer países que se alinhem com o que ele chamou de “políticas antiamericanas”
Krugman ressalta que o PIX brasileiro tem baixo custo, liquida operações em três segundos, em média, “contra dois dias para cartões de débito e 28 dias para cartões de crédito”
O dólar comercial encerrou a segunda-feira (21) vendido a R$ 5,564, com queda de R$ 0,023 (-0,41%).
O bloco reúne países em desenvolvimento como Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã.
Dólar atinge maior valor em mais de um mês e Ibovespa cai com anúncio de tarifas de Trump sobre produtos brasileiros. Entenda os impactos no câmbio e inflação.
Embora evite criticar diretamente a família Bolsonaro, a bancada reconhece nos bastidores o constrangimento de ter sido atingida por uma ação tomada por Donald Trump, ídolo político de boa parte do grupo.
O presidente reforçou que não vê sentido na obrigatoriedade de lastrear transações comerciais em dólar, especialmente entre países que possuem acordos bilaterais
A bolsa de valores caiu mais de 1% e emendou a terceira perda consecutiva. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,503
O dólar voltou a cair e continuou abaixo de R$ 5,50, mesmo com o aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e Canadá
O dólar à vista caía 0,24%, sendo negociado a R$ 5,473 na venda. Já na B3, o contrato futuro para julho recuava 0,07%, a R$ 5,503
No menor valor desde 7 de outubro do ano passado, quando também estava a R$ 5,48, a moeda norte-americana cai 4,08% apenas em junho.
Um conjunto de 54 empresas declarou à Receita ter reduzido cada uma em, ao menos, R$ 1 bilhão os seus tributos devidos entre 2024 e este ano