Bolsonaro foi o sexto réu interrogado no STF em processo sobre tentativa de golpe.
Ex-presidente é apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como peça-chave da organização criminosa que atuou pela ruptura democrática.
O ex-ministo do GSI é o primeiro réu usar o silêncio como estratégia na fase de depoimento dos réus no processo sobre a suposta tentativa golpe de Estado liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ramagem também negou ter enviado a Bolsonaro arquivos de word com informações para embasar lives nas redes sociais e insinuar fraudes nas urnas eletrônicas.
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Os interrogatórios ocorrerão na sala da Primeira Turma do STF, que foi adaptada para se assemelhar a um tribunal do júri. O esquema de segurança no prédio também foi reforçado para a ocasião.
Mesmo com a confirmação de recebimento das mensagens nos canais utilizados, Eduardo Bolsonaro não deu qualquer resposta até o momento.
A oitiva integra o inquérito que apura se o filho do ex-presidente tentou interferir na ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado — processo no qual Bolsonaro é réu.
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Filho do ex-presidente é investigado por tentar pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos.
Filho do ex-presidente é investigado por tentar pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos. PGR quer saber se ações tiveram apoio direto de Bolsonaro.
Conclusão da etapa permite o avanço da ação penal. Senador Rogério Marinho é a última testemunha a ser ouvida; até agora, 51 pessoas foram ouvidas.
Ele afirmou que deseja reforçar o apoio à base conservadora no Piauí, em um momento estratégico de articulação política visando as eleições municipais de 2024.
Caso envolve movimentações de Eduardo Bolsonaro nos EUA, que, segundo a PGR, podem configurar crimes como coação e obstrução de investigações.
Embora tenha deixado de receber salário e cota parlamentar no mês seguinte, o uso da verba de gabinete foi mantido em patamar elevado.
Eduardo Bolsonaro prestará esclarecimentos por escrito no inquérito do STF sobre possível coação. Jair Bolsonaro também será ouvido. Saiba mais!
A PGR protocolou o pedido de investigação no domingo (25), e o inquérito foi oficialmente instaurado nesta segunda-feira (26). Alexandre de Moraes determinou que a investigação tramite sob sigilo.
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Durante sua fala contrária à honraria concedida a Bolsonaro, Thabatta foi hostilizada por parte do público presente, formado majoritariamente por apoiadores do ex-presidente.
As declarações foram dadas durante depoimento à Primeira Turma, no processo que investiga uma suposta tentativa de golpe envolvendo Bolsonaro e seus aliados.
O tema estava parado há uma semana, após um recesso informal dos parlamentares.
Diante de dívidas que ultrapassam R$ 3,5 milhões em multas judiciais, a parlamentar prepara o lançamento de uma linha própria de cosméticos e perfumes.
Neste estágio inicial do processo, estão sendo ouvidas as testemunhas indicadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).