A mulher, que não teve a identidade revelada, foi presa acusada dos crimes de maus tratos, tortura e abandono de incapaz
As roupas da criança foram apreendidas pela polícia e passarão por análises laboratoriais para verificar a possível presença de fluidos corporais, como sangue ou sêmen humano
Segundo informações da Polícia Civil, o crime aconteceu após casal chegar de uma festa e discutir
O local era muito frequentado por menores de idade, principalmente os que tinham menos de 15 anos, revelou a mãe.
Dos sete agentes, três foram acusados de praticarem estupro coletivo contra uma mulher em um apartamento.
Segundo a Polícia Civil, o padrasto levava a menina para ter relações sexuais com outro rapaz, que também foi preso
O 17° DP atuou em conjunto com a DECAP, de Goiás, assim como com a DEBESP, do Piauí.
Daniel Moraes Bittar foi flagrado por câmeras de segurança transportando uma menina de 12 anos dentro de uma mala. Ele e sua namorada foram presos
Segundo as autoridades, os crimes aconteceram em junho e maio deste ano.
Durante a prisão do investigado, que foi realizada pela Delegacia de União, a polícia apreendeu com ele uma arma de fogo.
Três mulheres denunciaram o funcionário; homem trabalhava em empresa terceirizada que presta serviços em terminal aeroviário de Recife.
Os integrantes do grupo praticavam violência sexual contra crianças e adolescentes.
De acordo com a Polícia Civil da Bahia, o rapaz confessou o crime e mostrou onde estavam escondidos os objetos usados nas agressões.
Bittar foi visto rondando a residência da adolescente no início da semana anterior.
Um vídeo gravado com a vítima, com a autorização de familiares e mantendo o anonimato da menina, foi compartilhado. Nele, a jovem conta como tudo aconteceu.
Daniel Moraes chegou a declarar que faria dela uma “escrava sexual” e ainda a teria filmado enquanto ela acariciava seus órgãos genitais.
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A polícia também investiga a possibilidade de que o grupo tenha estuprado e ameaçado mais cinco vítimas: 3 em São Paulo, uma no Espírito Santo e outra no Amapá.
O suspeito tem várias passagens por crimes como ameaça e injúria contra a ex-mulher, posse e porte de arma de fogo, embriaguez e volante e até um homicídio culposo ocorrido em 2019.
Segundo informações da polícia, o suspeito estupro já acontecia antes da prisão do homem, que ocorreu mediante uma denúncia
Segundo a Polícia Civil, Jhonny ainda perseguia a vítima diariamente em locais públicos.
O suspeito teria informado ao pai da criança que desejava presentear a menina. Confiando nas palavras do suspeito, o pai permitiu que sua filha fosse até a casa dele.
A menina escreveu a frase em um diário com uma caneta de tinta invisível que só pode ser vista sob uma luz específica
A adolescente confirmou os relatos iniciais contra o padrasto, fornecendo detalhes sobre a violência sofrida.
Uma das vítimas, uma criança de 7 anos, relatou os abusos para sua mãe e a partir daí começaram as investigações