Crime foi cometido há uma semana pelo PCC em Praia Grande, diz polícia. Veja quem são os 7 suspeitos identificados no caso.
Gaeco investiga esquema bilionário de falsificação de agrotóxicos com participação do PCC. Entenda as operações e o impacto no mercado legal.
A pedido da Polícia Civil, a Justiça também decretou as prisões temporárias de outras cinco pessoas suspeitas de participação na morte de Ruy Ferraz.
Segundo o relato do piloto, quatro dos dez jatos executivos da empresa de aviação citada pertencem ao grupo comandado por Rueda
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, concedeu na manhã desta quinta-feira (18) uma coletiva de imprensa na sede da pasta para apresentar os avanços na investigação
Segundo informações, Fontes dirigia o veículo da esposa. O seu próprio automóvel estava na oficina, passando pelo processo de blindagem.
EUA cogitam classificar facções brasileiras como terroristas; governo Lula rejeita rótulo e alerta para riscos à soberania
Ruy Ferraz Fontes foi morto a tiros na segunda (15), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
O governador determinou mobilização total das forças policiais, com a criação de uma força-tarefa formada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Após o acidente, três homens desceram do carro usado pelos criminosos e dispararam mais de 20 vezes contra Fontes, usando fuzis.
Promotor quer saber se Fausto Vera, Rodrigo Garro e Talles Magno se hospedaram em apartamento ligado a José Carlos Gonçalves, o Alemão, citado como membro do crime organizado
Ruy Ferraz Fontes foi morto a tiros por criminosos nesta segunda (15) em Praia Grande, litoral de São Paulo.
Depois de afastar todas as preliminares, relator começou a votar o mérito na ação da chamada 'trama golpista'. Segundo Moraes, não se discute a tentativa de golpe, mas, sim, a autoria.
Entenda os recentes ataques hackers ao PIX, a pressão do centrão no Banco Central e as investigações envolvendo o Banco Master e o BRB
Waldemar foi morto em frente a sua residência, no bairro Irapuã I, no dia 10 de agosto.
A megaoperação deflagrada nessa quinta-feira – mas cuja atuação segue na trilha do desmantelamento dessas quadrilhas poderosas por tempo ainda imprevisível – assusta o Brasil pela dimensão dos negócios criminosos.
Segundo a investigação, o esquema bilionário de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis, era comandado por Mourad e Beto Louco.
Ele chegou a ser levado para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Alvos teriam arquitetado plano para interromper as investigações sobre os crimes cometidos pela facção, como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa armada.
Facção criminosa usou usinas de álcool, rede de postos de combustível, maquininhas de cartão, fintechs e fundos de investimento para lavar bilhões de reais.
Secretário da Receita Federal associa fake news sobre taxação do Pix à entrada do PCC em fintechs. Entenda como a desinformação impactou a fiscalização.
Polícia Federal investiga a Reag Investimentos por suposto envolvimento em lavagem de dinheiro para o PCC. Ações da empresa (REAG3) caem forte.
Ministério Público aponta líderes de esquema bilionário de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis. Fraudes movimentaram R$ 52 bilhões.
Operação identificou mais de R$ 7,6 bilhões em impostos sonegados. Facção criminosa utilizava postos de combustíveis e fundos de investimento para ocultar origem do dinheiro.
Operação expõe esquema bilionário ligado ao PCC; especialistas explicam os riscos do metanol e ensinam testes práticos para identificar irregularidades.