PF cumpre mandados em PI e GO; investiga conexão de facção criminosa com financiamento ilícito e compra de votos para 2024.
Tatiana Medeiros foi presa em abril durante a Operação Escudo Eleitoral. A PF afirma que ela comandava um esquema de compra de votos com apoio de uma facção criminosa.
A vereadora Tatiana Medeiros (PSB) foi presa em 3 de abril de 2025 durante a Operação Escudo Eleitoral, da Polícia Federal.
Tatiana foi afastada da Câmara de Teresina após ser presa em abril deste ano, durante a Operação Denarc-64, que apura o uso de recursos ilícitos em campanhas eleitorais.
Segundo os investigadores, o empresário simulava a venda de veículos para lavar dinheiro de uma facção criminosa
A detenção de Tatiana ocorreu na manhã de 3 de abril, durante a segunda fase da Operação Escudo Eleitoral, deflagrada pela Polícia Federal.
A prisão da vereadora ocorreu na manhã do dia 3 de abril, durante a segunda fase da Operação Escudo Eleitoral.
Além de Tatiana Medeiros, a justiça tornou réus outras oito pessoas envolvidas no esquema criminoso.
A decisão foi cumprida integralmente, incluindo a proibição de ingresso no prédio da Câmara e de qualquer contato com os demais servidores.
Eles estão proibidos de entrar na Câmara Municipal de Teresina ou manter contato com outros servidores do local.
Ela foi presa pela Polícia Federal no âmbito da Operação Escudo Eleitoral II suspeita de utilizar dinheiro de uma facção criminosa para comprar votos nas eleições de 2024 em Teresina.
O conteúdo integra o inquérito da Operação Escudo Eleitoral e inclui trocas de mensagens de texto, áudios e comprovantes de transferências via Pix.
A ação faz parte da Operação Escudo Eleitoral, deflagrada pela Polícia Federal para investigar a possível atuação de facções criminosas no processo eleitoral das eleições municipais de 2024.
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