Exploração de sal-gema durante décadas provocou instabilidade no subsolo, atingiu bairros inteiros e obrigou milhares de moradores a deixar suas casas.
Conselho de Administração aprovou o ajuizamento, mas pedido ainda não foi protocolado na Justiça
Desde 2019, quase 60 mil pessoas tiveram que deixar suas casas pelo medo dos tremores de terra que criaram rachaduras nos imóveis da região.
O local já era conhecido pela grande poluição, mas ganhou outra visão após o caso com a petroquímica ganhar repercussão nacional
Ao todo, 14 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Maceió (11), Rio de Janeiro (2) e Aracaju (1)
Desde 2018, mais de 60 mil moradores próximos às minas da Braskem foram desalojados.
A Defesa Civil de Maceió esclareceu que esse movimento faz parte do processo de acomodação do solo
O objetivo do encontro é compreender a atual gravidade da situação vivenciada em Maceió.
Órgão descartou risco de outros desabamentos, mas segue em estado de alerta, monitorando a área
Região já tinha sido evacuada. Técnicos monitoram o local para avaliar o impacto do colapso.
A Defesa Civil relata que não é possível afirmar que o solo está se estabilizando, pois a oscilação entre aumento e desaceleração tem sido constante nos últimos dias
Ao redor do ponto com maior risco de colapso, técnicos estabeleceram uma área de segurança que continua com a proibição do trânsito de pessoas
O tratado tem gerado controvérsias, especialmente em razão de cláusulas que isentam a Braskem de novas indenizações e de cobranças de impostos territoriais
A petroquímica é responsável pelo risco de colapso da mina 18, na região do Mutange, em Maceió, e a desocupação de 14 mil imóveis.
O Estado estuda pedir indenização de R$ 35 bilhões à Braskem, sendo R$ 18 bilhões para o estado e R$ 17 bilhões para os afetados.
Governo Federal realiza ações para minimizar desalojados das áreas que estão afundando
Deputados e senadores buscam responsabilização da empresa por danos sociais e ambientais
Boletim da Defesa Civil divulgado neste domingo (3) mostra que solo segue afundando a 0,7 cm por hora na capital do Alagoas
A comissão, que tem como objetivo investigar o afundamento de solo decorrente da extração de sal-gema em Maceió (AL)
Nesta sexta, os ministros Wellington Dias e Renan Filho estiveram em Maceió
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