O PM foi assassinado na tarde deste sábado (26) na região do Grande Dirceu, zona Sudeste de Teresina.
As identidades dos mortos não haviam sido confirmadas até a última atualização desta reportagem. Durante a operação,
O crime aconteceu dentro da casa da família, localizada no bairro Matadouro.
O caso aconteceu em frente a uma academia de propriedade da vítima, no bairro Francisco Marreiros, na zona Sudeste de Teresina.
A vítima se trata do cabo Galvão, lotado no 8º BPM. Ele foi ferido, levado para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas não resistiu.
O réu também deverá pagar indenização de R$ 300 mil em favor dos familiares da vítima. Motivação se deveu em relação a uma rixa existente entre facções
Segundo as investigações, o suspeito não tinha endereço fixo e morava em um barraco próximo à área onde o corpo da vítima foi encontrado
Relatório interno reconhece falhas operacionais e de comunicação durante a ação militar.
As investigações trabalham para prender os outros dois que participaram do crime
A vítima estava com amigos quando foram surpreendidos pelos criminosos. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança
Os criminosos em um carro roubado tentaram atirar contra os policiais que revidaram a ação
Segundo informações, um outro agente também foi baleado e socorrido. Dois suspeitos foram mortos e outros dois presos
Joãozinho da Penha foi morto enquanto acompanhava obra pública no povoado de São Mateus.
O crime ocorreu no dia 30 de março. O policial foi cercado por bandidos e assassinado com pele menos cinco tiros de fuzil no Rio de Janeiro.
Caso foi registrado por uma câmera de segurança, no cruzamento entre a Estrada de Ribamar e a Rua Frei Hermenegildo
Ngange Mbaye, de 34 anos, foi morto pela Polícia Militar durante uma ação no Brás. Vítima não tinha nenhum familiar no Brasil
Em nota, a Secretaria de Segurança diz que a Polícia Militar instaurou inquérito e afastou o agente envolvido das atividades operacionais.
O crime ocorreu no dia 28 de março deste ano e, até o dia 31, pelo quatro pessoas tinha sido presas.
Segundo informações do DHPP, Leonardo de Freitas Resende não sabia quem era o devedor do valor de mais de quinhentos mil reais. A polícia segue investigando
Leonardo atuava como agiota e mantinha uma relação de amizade e negócios com um homem identificado como Alexandre, apontado pela família como o principal suspeito
Em um dos casos citados polícia, uma das vítimas foi alvejada com 40 disparos e teve a casa incendiada logo em seguida.
Segundo a investigação da polícia, o grupo é liderado por W.S.B, apontado como o principal mandante das execuções, em retaliação à morte de seu pai.
Segundo a investigação, o grupo é liderado por W.S.B., conhecido como “Leozinho”, apontado como o principal mandante das execuções
A motivação do crime ainda é desconhecida. Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informou que lamenta a morte de Adair e cobra investigação do caso.
O crime teria sido motivado por uma vingança pessoal e política da vice-prefeita que está foragida com a irmã.