O município está sob monitoramento de reforço policial e conta 20 dias sem crimes de violência ou homicídio.
A advogada Thays Machado, 44, foi morta com três disparos e seu namorado, William César Moreno, 30, com outros três.
Em depoimento, eles confessaram que receberam a ordem para matar um desafeto de um traficante, mas logo após o crime foram informados de que mataram o homem errado
A dinâmica do crime ainda não foi esclarecida, mas as investigações serão comandadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Janaína havia sido atingida por dois tiros durante ataque a sua casa, que funcionava como boca de fumo, no Bairro Matadouro, em Campo Maior
Segundo o delegado Francisco Costa, o Baretta, coordenador do DHPP, "Ricardety" possuia histório de agenciar mulheres para prostituição e tráfico de drogas
Nas imagens, é possível ver que o cabeleireiro chega ao salão de beleza em uma moto e logo é surpreendida pelo veículo que vinha logo atrás.
Um dos homens, identificado pelas iniciais J.S.S.B, 17 anos (camiseta branca), teria assumido a autoria do crime.
O crime ocorreu entre as quadras 115 e 116, onde ao menos sete cápsulas de pistola foram encontradas no local.
Nas imagens, é possível ver o momento em que a dupla aborda o entregador e mais dois colegas da vítima.
Segundo as primeiras investigações, a vítima teria se envolvido em uma confusão antes do crime e o DHPP trabalha com a hipótese de vingança.
A vítima e outra pessoa estavam caminhando pela via quando foram surpreendidos por dois suspeitos, que efetuaram os disparos de arma de fogo contra eles
Dois suspeitos da morte do jovem também foram identificados, mas a motivação do crime ainda não está clara
O juiz revogou a prisão dos irmãos, mas com medidas cautelares fixadas. Os demais acusados seguem presos.
Moradores que testemunharam o ataque afirmam que um veículo com uma pessoa armada dentro se aproximou do vereador e atirou à queima-roupa.
Com eles, foi apreendida a arma de fogo que seria do policial, roubada no crime, que aconteceu durante a madrugada na Avenida dos Ipês, na zona Leste de Teresina.
Segundo Baretta, ainda não é possível afirmar se o crime trata-se de um latrocínio ou de um homicídio, mas o DHPP dará a resposta.
A Polícia Civil concluiu que a motivação do crime teve relação com o canto de um pássaro que ele acreditava "sinalizar a morte".
Elas são irmãs de Paulo Ferreira, o mandante do crime, onde seis pessoas foram indiciadas por homicídio qualificado.
O delegado Francisco Costa, o Baretta, coordenador do DHPP, explicou que a presa é envolvida em um duplo homicídio e um outro homicídio em Teresina.
Iasmin Soares era responsável por realizar a filmagem do empresário para a quadrilha, segundo o DHPP. Essa já é a 4ª prisão no caso.
O indivíduo, que era próximo do empresário, onde até chegou a trabalhar para ele, repassava informações privilegiadas para o grupo criminoso.
De acordo com o delegado, a vítima foi atingida com dois disparos de arma de fogo no momento em que saía de casa para comprar uma ração.
Trata-se de Lucas Vinicius de Sousa Pereira, vulgo Queijeiro, que forneceu o carro utilizado no latrocínio.
Pelo menos dois acusados da morte do empresário foram presos, sendo um deles Maycon Araújo de Moura, vulgo "Sapão”, que teria planejado a execução de dentro da Cadeia Pública de Altos.