Élcio de Queiroz, o ex-policial militar envolvido no assassinato da vereadora Marielle Franco, estava detido na Penitenciária Federal de Brasília
Todos envolvidos no assassinato de Marielle Franco são milicianos
Um dos motivos que fez Élcio colaborar foi sua percepção de que a identificação dos responsáveis pelo crime estava se aproximando
Élcio foi o motorista do veículo Cobalt prata usado no atentado contra Marielle em 14 de março de 2018 e está sob custódia desde 2019.
Élcio nega a participação nas execuções e diz que passou a fazer parte das ações do grupo somente no dia 14 de março de 2018.
Em depoimento, ex-PM relata que na noite do ano novo de 2017 para 2018, Ronnie narrou uma tentativa frustrada de assassinar a vereadora
A Polícia Civil registrou o caso como homicídio consumado e tentativa de homicídio, sendo que as investigações estão em curso para esclarecer os motivos desse caso.
De acordo com a Polícia Civil, além das duas vítimas, um homem estava com as roupas encharcadas de gasolina do lado de fora do veículo.
A quadrilha havia roubado mais de R$ 300 mil em assalto, na cidade de Taboão da Serra, São Paulo.
O crime aconteceu enquanto o homem saia de uma padaria no bairro Santa Izabel em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.
Escondido abaixo de um piso falso, as autoridades encontraram em uma residência mais de 3 toneladas da droga.
Suas atividades incluíam realizar rondas armadas e planejar/executar crimes nas áreas controladas pelo grupo paramilitar liderado por Wellington da Silva Braga, também conhecido como Ecko
A delegada responsável pelo caso tem até 10 dias a partir da data da prisão para encaminhar o inquérito ao poder judiciário. Posteriormente, o processo prosseguirá na esfera judicial.
Equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) também estiveram presentes.
Durante um dia de oração, o pastor alegou ter tido uma visão de que a vítima estava com câncer e afirmou que ele poderia curá-la.
O grupo descoberto durante a Operação Seeds, cobrava cerca de R$ 50 mil para emitirem a declaração falsa.
Na ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão.
Imagens de câmeras de segurança registraram o veículo de Alexander Amorim seguindo as vítimas e retornando do local onde os militares foram encontrados.
Os criminosos deixaram a família e sequestraram o PM, que foi encontrado morto próximo ao local do crime, na residência do tenente na manhã desta quarta-feira (5).
No período de 01 de janeiro a 30 de junho foram instaurados 342 inquéritos e realizadas 117 prisões.
O motorista não freou o veículo ao sinal da mulher; no carro foram encontrados papelotes cocaína.
Bittar foi visto rondando a residência da adolescente no início da semana anterior.
Umas das vitímas dos golpes financeiros foi a conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Flora Izabel.
Um vídeo gravado com a vítima, com a autorização de familiares e mantendo o anonimato da menina, foi compartilhado. Nele, a jovem conta como tudo aconteceu.
Segundo a polícia, um boletim de ocorrência sobre o veículo foi registrado em 27 de junho deste ano