Apesar da queda, a previsão está acima da meta oficial, que é de 4,5% ao ano, com um intervalo de tolerância que vai de 2,5% a 6,5%
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) é elaborado mensalmente pelo BC e é considerado uma prévia do PIB
Os economistas do mercado financeiro baixaram na última semana sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013 e de 2014.
Os economistas do mercado financeiro baixaram novamente, na última semana, sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013.
Esta foi a quinta diminuição consecutiva na expectativa para o PIB de 2013
Mercado reduz previsão de crescimento da economia para 2,53% no ano
Em valores correntes, o PIB alcançou a marca de R$ 1.110,4 bilhões.
Economistas baixaram estimativa para PIB de 2013 de 3% para 2,98%
O indicador mostrou que a atividade reverteu parte da alta de 1,43% de janeiro sobre dezembro
A avaliação dos economistas surge após sinais de um início de ano em recuperação
Resultado foi o pior desde 2009, quando o PIB registrou recuo de 0,3%.
Resultado foi o pior desde 2009, que havia registrado recuo de 0,3%.
A expectativa para inflação recuou pela segunda semana seguida depois de uma sequência de seis elevações consecutivas
Inflação é a maior para dezembro desde 2004; alta em 2012 chega a 5,84%
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta semana que ficaria "satisfeito com qualquer número de 1% a 1,3%"
A previsão agora é que o IPCA fique em 5,42%, ante os 5,36%.
Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, o índice soma alta de 5,28%
A expectativa do BC é que a economia brasileira acumule crescimento de 3,3% de julho de 2012 a junho de 2013
A estimativa deste ano para inflação oficial subiu pela décima semana consecutiva para 5,26.
IPCA ficou em 0,41% no mês passado, segundo dados do IBGE.
A proposta de Orçamento para 2013 prevê uma meta de R$ 108,1 bilhões.
IBC-Br somou 141,79 pontos em junho, ante 140,74 pontos em maio
O relatório Focus reúne as previsões do mercado para os principais dados macroeconômicos do país.
A estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, neste ano, foi mantida em 7,5%.
Continuidade da geração de emprego e renda sustentará crescimento