Vale lembrar que o Supremo Tribunal Federal reconheceu, em junho de 2019, que a discriminação por orientação sexual e de identidade de gênero é crime.
Ação acontecerá de 8 a 12 de junho na unidade SEST SENAT e em postos da Polícia Rodoviária Federal.
Em nota, a Polícia Rodoviária Federal do Piauí lamentou o ocorrido e informou que as circunstâncias e procedimentos adotados pelos agentes na ação serão apurados pelo órgão.
Grupos de torcedores de futebol e bolsonaristas brigaram neste domingo (31) na Avenida Paulista, na capital. PM interveio e usou bombas de efeito moral para dispersar manifestantes.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina
A operação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (26)
Operação Placebo, autorizada pelo STJ, busca provas em 12 endereços. Witzel negou participar de qualquer esquema.
Presidente avisou o ministro da Justiça e Segurança Pública no início do dia 22 de abril. Dois dias depois, Moro anunciou sua saída do governo e acusou Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal.
Companheiro da vítima confessou o crime e disse que a vítima não queria dividir com ele o auxílio emergencial.
A vigilância sanitária não conseguiu fazer o acompanhamento. A Polícia Militar e a Polícia Federal deram apoio na ação.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU foi acionado, mas quando chegou no local a vítima já havia falecido.
O inquérito policial foi instaurado a partir de notícias da apreensão, pela Polícia Militar, de R$ 379.000,00.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os dois ocupantes do Siena morreram ainda no local, devido o forte impacto.
Presidente apontou troca de mensagens do dia 22 a fim de contestar versão de ex-ministro sobre troca no comando da PF. Mas teor é semelhante ao do diálogo do dia 23, revelado por Moro.
Nas dez páginas de seu depoimento à PF, Moro detalhou as pressões feitas pelo presidente para trocar cargos da Polícia Federal
As medidas serão analisadas pelo ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello.
Nomeação ocorre após o ministro do STF Alexandre de Moraes barrar a indicação, pelo presidente, de Alexandre Ramagem, amigo dos filhos de Bolsonaro, para chefia da PF.
Ex-ministro prestou depoimento à Polícia Federal, onde apresentou novas provas contra Jair Bolsonaro