Após a chegada dos policiais no local, o marido da mulher ameaçou os agentes e ainda tentou impedir a prisão da mulher
Durante o mandado cumprimento do prisão contra a mulher, ela alegou que o filho, um jovem de 17 anos, tinha necessidades especiais.
De acordo com o histórico de denúncias, a servidora pública presa por racismo já havia cometido o crime pelo menos 14 vezes.
A mulher acusada confirmou que colocou veneno de rato no iogurte que ofereceu aos irmãos.
Ela responderá pelos crimes de receptação de veículo automotor e uso de documento falso.
A jovem estava saindo da escola quando foi atacada e, para se proteger, correu e buscou abrigo em uma academia.
A mulher de 58 anos que foi resgatada, afirmou que só queria ver os filhos de novo.
A mulher confessou o crime, e segundo ela, colocou chumbinho na comida do marido para matá-lo.
Após o cumprimento da prisão, a detida foi conduzida à Central de Flagrantes de Parnaíba para a adoção dos procedimentos legais.
O material ilícito teria como destino a cidade de Parnaíba e seria entregue a membros de facções criminosas que atuam no litoral do Piauí
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para recolher o corpo da vítima.
De acordo com o Supremo Tribunal Federal, englobou como crime de racismo as discriminações praticadas em razão da orientação sexual ou à identidade de gênero.
Mário Sérgio foi preso por supostas agressões contra Susane. Contudo, segundo depoimentos, Mário foi vítima de uma farsa armada pela ex-companheira.
O juiz Pedro Ivo Martins Caruso fez uma solicitação para que a Secretaria apure e veja se Susane realmente foi agredida por outras presas, como alegou a defesa.
Um deles ainda relatou que teria sido violentado com um tijolo.
A suspeita é de que o ciúmes que Susane tinha da relação de Mário com Lindaci, foi o que motivou o crime contra a vítima.
Segundo a Polícia Civil, a vítima foi encontrada com cortes na cabeça e unhas arrancadas.
Segundo as investigações, Susane cometeu o assassinato movida por ciúmes devido a um ex-namorado em comum.
Ao ser questionada sobre o incidente ocorrido em Cotia (SP), a mulher confessou ter fugido após cometer o crime.
A principal suspeita do crime é a filha, que justificou a ação alegando que foi atacada pela vítima.
A acusada estava internada em uma clínica de reabilitação psiquiátrica em Petrópolis no Rio de Janeiro.
A mulher alegou que estava apenas passeando com o seu cachorro.
Segundo a Polícia Civil , Tânia foi condenada a 4 anos e 2 meses de prisão por tráfico de drogas.
Após a prisão da suspeita, as autoridades descobriram que ela havia feito diversas transferências e repasses em dinheiro vivo, totalizando cerca de R$ 90 mil.
A vítima já está no seu sétimo dia de internação, com risco de amputar um dos dedos devido a gravidade das lesões sofridas durante o crime.