Segundo o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP, a polícia encontrou esse relato no celular da babá de Henry, Thayná Ferreira
A mãe do Henry, Monique Medeiros e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, foram indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado
A mãe de Henry Borel escreveu na publicação que as relações sexuais com Dr.Jairinho pareciam “um ritual”
A mãe da vítima disse que o boxeador não queria que a filha dela tivesse o filho, temendo as consequências para seu casamento.
Em nova carta, Monique conta o que teria acontecido nos dias que se seguiram à morte de Henry.
Uma foto íntima foi divulgada nas redes logo após depoimento da ex-namorada do vereador. Na ocasião, ela afirmou que ela e a filha foram agredidas por Jairinho
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente
Antes, ele estava em uma das 5 galerias de Bangu 8 - local onde estão presos que possuem diploma de curso superior.
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Conselho de Ética da Câmara aprovou a decisão de apresentar uma representação que pode levar à cassação de Dr. Jairinho
Em carta, Monique Medeiros afirma que companheiro chegou a mandar que a seguissem e a enforcá-la enquanto dormia, e que menino havia relatado agressão do padrasto
Empresários têm utilizado a criatividade para atrair a clientela e superar a crise.
O laudo anterior apontava 23 lesões, mas não detalhava que as marcas na face do menino.
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Para a defesa, a prisão temporária de Jairinho possibilitou a Monique sentir maior segurança para que falasse a verdade.
Ela está presa temporariamente, por suspeita de ter participação na morte do filho
Seu depoimento foi dado em videoconferência ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados.
mãe revelou que o filho é autista e sem pedir mais detalhes, ele disse que iria se deitar no chão com o menino.
A troca de mensagens entre as duas, que são primas, foi recuperada no celular da professora pela Polícia Civil.
Apresentando apenas sintomas leves, mãe e filho procuraram um médico, que passou medicamentos para o tratamento. Os dois ficaram isolados, em casa
Novo depoimento de Thayná Ferreira deu mais detalhes da tarde de 12 de fevereiro, quando o menino apareceu mancando.
Ela emocionou-se ao lembrar uma mensagem que recebeu de Leniel ao conversarem sobre a dor da perda