O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio
O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.
Peritos ressaltam que "adiantado estado de decomposição" afetou análises. Executivo da Yoki foi morto em maio de 2012 por Elize Matsunaga.
"Há tensão na República?”, artigo de L´Inti Ali Miranda Faiad
TRT libera contratações para Hospital Universitário
Ministro quer ouvir argumentos do Legislativo antes de decidir sobre liminar.
Seus dois principais cúmplices também foram sentenciados. Grupo pretendia explodir bombas em zonas muito movimentadas.
Turma garante a canavieiro pausa para descanso a cada 90 minutos de trabalho
Nazareno: “Juízes hoje agem como políticos (de oposição)"
Na semana passada, colegiado decidiu elevar Selic de 7,25% para 7,50%
Advogados querem explorar contradições e irritação de Edson Moreira
A menina fez a denúncia a um professor; o médico nega as acusações.
A mãe do artista, Katherine Jackson, pleiteia uma indenização de aproximadamente US$ 40 bilhões
Hoje político, Édson Moreira foi o delegado responsável pelo caso. Marcos Aparecido é acusado de matar Eliza e ocultar o cadáver.
A família se envenenou com cápsulas misturadas no halwa.
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de matar, esquartejar e ocultar o corpo da modelo Eliza Samudio
Segundo o censo de educação de 2011, a participação de mercado aproximada das duas empresas é de 14% com 1 milhão de alunos
A partir desta terça-feira (23), começa a contar o prazo de dez dias para a defesa dos réus apresentar embargos
Casal de supostos pastores teve acesso a vários bens de aposentada.
Acórdão do julgamento do mensalão é publicado com 8.405 páginas
Um dos indícios foi encontrado na casa do ex-policial Marcos Aparecido, o Bola: uma foto em que 2 homens aparecem com cruzes marcadas na testa
Publicação no "Diário de Justiça" abre prazo para recurso dos condenados. Réus terão dez dias, a partir de terça-feira, para questionar penas.
Réus foram condenados a 156 anos de prisão, mas podem recorrer livres. Júri terminou na madrugada de domingo (21).
Prédio do TRT no Maranhão não pode se chamar “José Sarney”, decide TRF
MP tentará provar que presos estavam desarmados e rendidos, mas defesa apontará confronto