Justiça com as próprias mãos causa 17 assassinatos em um ano e três meses
Luiz Estevão foi condenado em 2006 e soma 31 anos de prisão e pagamento de multa, mas o ex-senador recorreu.
“Eu vou jantar com a minha mãe e com a minha família e ‘viver’ o resto da minha vida”.
A condenação foi divulgada nesta quinta-feira, 3, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Justiça de Guadalupe realiza julgamento com Júri Popular
Réu foi o que passou mais tempo no corredor da morte em todo o mundo. Tribunal revisou provas sobre assassinato múltiplo que o havia condenado.
Um Force P3 Orion afirmou ter encontrado dois objetos retangulares azuis ou cinza no oceano
Bruno falou ainda sobre dinheiro. Admitiu que ainda tem uma quantia guardada, mas que não conseguiria viver como antes.
Somadas às outras penas, Francisco já foi condenado a 385 anos e seis meses de reclusão.
Ele responde por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha.
Juiz absolve acusado de assassinato por carta psicografada em Uberaba
Cláudio Oliveira foi considerado mentor do assassinato de Patrícia Acioli.
Ele foi condenado em setembro de 2011 a três anos e um mês de prisão
PMs receberam penas de até 104 anos; eles poderão recorrer em liberdade.
Brigão vascaíno da barra de ferro já está solto pela Justiça
TRE vota pela cassação do prefeito de Amarante
Ela perdeu 100% da visão de um olho e enxerga apenas 50% do outro; suspeito será julgado
Os acusados não passaram mais que 9 dias presos.
Seu corpo estava coberto de marcas de mordida, que arrancaram pedaços de carne, e contusões
Astro paralímpico é acusado de assassinar sua namorada, Reeva Steenkamp, no ano passado. Ele alega que a confundiu com um ladrão dentro de sua casa
Mantida decisão que mandou réu a júri popular pela morte de Donizetti Adalto
Marcado para começar nesta segunda-feira, o júri do cirurgião Farah Jorge Farah foi transferido para o dia 12 de maio
Valério e ex-sócios são condenados por lavagem no mensalão mineiro
Ele disse que se arrepende do crime e negou a intenção de matar a garota.
A ação tem como relatora a ministra Cármen Lúcia e não há prazo para o julgamento do processo pelo STF.