Segundo a PM, além de manter a vítima sob abuso e violência, o suspeito também estaria utilizando o local como ponto de venda de drogas.
Rogério Benedito Gonçalves estava foragido desde o dia que a vítima foi abordada por um homem em um carro preto na frente do condomínio onde morava.
O homem permanece preso à disposição da Justiça, respondendo pela prática de violência doméstica, conforme previsto na Lei Maria da Penha.
O homem apontado como autor do crime é Francisco de Assis Araújo Cunha.
A mulher tinha medida protetiva contra o suspeito. Ele já tinha passagens pela Lei Maria da Penha e arrancou a tornozeleira eletrônica após o crime.
O caso foi enquadrado no contexto da Lei Maria da Penha, que prevê proteção às mulheres vítimas de violência doméstica
A equipe policial foi chamada e se dirigiu ao local do incêndio, onde coletou evidências. A vítima foi orientada a registrar um boletim de ocorrência
A Perícia Criminal foi acionada e constatou que a vítima apresentava 14 perfurações na região torácica e uma na cabeça.
Policiais militares do 26º Batalhão da cidade de União foram acionados para atender a ocorrência
Após os procedimentos legais, ele foi encaminhado para uma unidade prisional de Governador Nunes Freire e se encontra à disposição da Justiça.
Segundo o relatório, a natureza da ocorrência se qualifica como lesão corporal dolosa.
De acordo com informações da polícia o homem suspeito teria tirado a própria vida logo após cometer o crime
De acordo com a Polícia, a morte teria ocorrido no dia 5 de junho, dois dias antes.
A denúncia foi realizada após uma das meninas apresentar comportamento estranho na escola, levantando suspeitas.
Ao chegar no local, os policiais constataram o suspeito alterado, com sintomas de embriaguez.
Os policiais conseguiram debelar as chamas antes que se alastrasse.
Ele teria encomendado a morte da vítima por R$ 2 mil.
Segundo a polícia, a prisão ocorreu depois de uma denúncia da própria família do suspeito