Vizinhos receberam o pedido de ajuda e puderam chamar a polícia.
De acordo com o delegado Ademar Canabrava, do 12° DP, os outros envolvidos já foram identificados.
Adriana também lamentou pelas cinco vítimas fatais do ataque — uma professora, uma agente educativa e três bebês.
A droga é proveniente de apreensões realizadas pela Polícia Federal e a incineração foi autorizada pela 7ª Vara Criminal da comarca de Teresina
A Delegacia Regional da Polícia Civil informou que a viatura foi completamente destruída e os peritos vão apurar as causas do incêndio.
O casal caiu da motocicleta após o veículo apresentar problemas no freio dianteiro, fazendo com que o condutor perdesse o controle.
Polícia ouve mais testemunhas para tentar reunir provas e entender o que motivou ataque no Oeste catarinense.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Jerônimo Ferreira, o autor levou duas facas para a creche, mas só uma foi utilizada.
Para a polícia, o menino morreu por conta de agressões do padrasto, o vereador Dr. Jairinho, e pela omissão da mãe, Monique Medeiros.
Conversas entre a babá e o pai relatam briga do casal dias antes da morte do menino Henry
Ato deixou cinco mortos em uma escola infantil em SC. Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime ainda terá que ser esclarecida.
Três crianças e duas funcionárias foram mortas a golpes de facão na manhã desta terça-feira.
O autor do ataque foi levado para outra unidade de saúde no município vizinho de Pinhalzinho e, horas depois, acabou transferido para um hospital em Chapecó.
Segundo o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP, a polícia encontrou esse relato no celular da babá de Henry, Thayná Ferreira
Keli Adriane Aniecevski trabalhava na unidade havia mais de 10 anos. Ela, uma agente escolar e três crianças foram mortas em atentado cometido por um jovem de 18 anos nesta terça-feira (4).
O crime ocorreu no último dia 06 de março, por volta de 09h, no bairro Poty Velho.
A mãe do Henry, Monique Medeiros e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, foram indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado
A mãe de Henry Borel escreveu na publicação que as relações sexuais com Dr.Jairinho pareciam “um ritual”
Em nova carta, Monique conta o que teria acontecido nos dias que se seguiram à morte de Henry.
Uma foto íntima foi divulgada nas redes logo após depoimento da ex-namorada do vereador. Na ocasião, ela afirmou que ela e a filha foram agredidas por Jairinho
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente
Adolescentes, jovens e idosos foram vítimas da violência na capital. Somado aos 5 assassinatos registrados em Timon nos últimos meses, foram 28 homicídios na região entre os rios Poti e Parnaíba.
A ação teve apoio de agentes do 9° Batalhão de Polícia Militar (BPM).
O acusado dos abusos ainda não foi recolhido, mas deve ser ouvido nos próximos dias.