Na última sexta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que smartphones, computadores e outros produtos eletrônicos de consumo seriam excluídos do aumento das tarifas de importação.
Especialistas acreditam que esses produtos poderão sim ser alvo de tarifas específicas em breve, especialmente com taxas mais baixas direcionadas à China.
Receio é que bens que seriam vendidos pela China aos Estados Unidos agora acabem sendo direcionados para mercados como o Brasil
A declaração foi feita no contexto do aumento das tarifas de importação entre as duas maiores economias do mundo.
Segundo especialista, a nova conexão deve reduzir significativamente o tempo de transporte, já que o Pecém será a primeira parada dos navios no Brasil
Taxação é resposta às medidas aplicadas pelo presidente americano Donald Trump. China também fez nova queixa contra os EUA à OMC.
Ele lembrou que os países da América do Sul tiveram um tratamento diferenciado, sendo menos sobretaxados (somente em 10%) do que outras nações, como da Europa, por exemplo.
Agora, expectativa é para a resposta chinesa à mais nova elevação de tarifas pelos EUA, anunciada enquanto era madrugada no país.
Donald Trump anunciou redução temporária nas tarifas recíprocas. As taxas cairão para 10% durante período de 90 dias.
Segundo Lula, as "tarifas arbitrárias desestabilizam a economia internacional" e colocam em risco a autonomia dos países da região.
Alerta foi emitido após Pequim aumentar para 84% as tarifas aplicadas a produtos norte-americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira (9) que irá aumentar para 125% a tarifa sobre produtos chineses
Na terça-feira (8), a moeda norte-americana teve alta de 1,47%, cotada a R$ 5,9973. Já o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,32%, aos 123.932 pontos.
Taxa representa um aumento de 50% sobre a tarifa que já havia sido anunciada, acompanhando os percentuais impostos pelo governo de Donald Trump.
Medida entrou em vigor após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente americano
Em coletiva na madrugada nesta terça (8), Wang Yi, ministro das Relações Internacionais, falou à imprensa sobre medidas que o país vai adotar para revidar taxas dos EUA
O anúncio de Trump de que pretende impor uma tarifa adicional de 50% aos produtos chineses, caso o país asiático não reverta a sobretaxação de 34%, afetou o mercado global.
Um dos gatilhos da nova rodada de pessimismo veio da China, que na sexta-feira (4) anunciou uma tarifa retaliatória de 34% sobre produtos importados dos EUA
A declaração foi dada no mesmo dia em que a moeda americana fechou com alta de 1,29%, cotada a R$ 5,91, o maior patamar desde janeiro de 2022.
O professor Lucas Ferraz, no entanto, pontuou que, para o Brasil, as tarifas impostas por Donald Trump não impactam tão drasticamente como em outros países.
No mês passado, as exportações do estado chegaram ao valor de US$ 91,5 milhões de dólares e trouxe a soja como protagonista
Desmentido oficial sobre suposta suspensão de 90 dias nas tarifas fez Bolsas americanas abandonarem recuperação e voltarem a cair
A cônsul-geral e o vice-cônsul da China estiveram conhecendo a TV na tarde desta quinta-feira (06)
Presidente dos EUA afirma que Pequim recuou de negociação após imposição de taxas, enquanto disputa por compradores do app se intensifica
Na última sexta-feira, a moeda norte-americana avançou 3,68%, na maior alta diária desde novembro de 2022, e fechou a R$ 5,8355