Delegado Tales Gomes explicou que foram os próprios moradores da região que invadiram a residência e ameaçaram a família
O comandante do GPM Sargento Carlos Alberto foi acionado para o apoio e o mesmo de prontidão mandou que a viatura se direcionasse para o 14° DP de Altos.
Em depoimento à polícia, F.D.C.S.N. confessou a prática do homicídio e alegou que o motivo da ação delituosa teria sido porque a vítima supostamente estava lhe ameaçando.
Agentes da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima saíram para cumprir 68 mandados de busca e apreensão.
As investigações avançam e a Polícia Civil revelou detalhes sobre o acusado e o crime, que deixou cinco pessoas mortas, em Saudades (SC)
O crime ocorreu na tarde do dia 27 de junho de 2020, na Rua Jornalista Lívio Lopes, bairro Parque Itararé
Dois suspeitos foram presos e já respondem a processo por tráfico de drogas.
Operação é encerrada com 15 prisões de integrantes
Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), ainda chegou a ser acionada até o local, mas o sargento já tinha vindo a óbito.
O mesmo vinha há bastante tempo assediando a menor, num visível sentimento de obsessão, no intuito de manter um relacionamento amoroso com ela.
O acusado, que é foragido do sistema prisional do Piauí, estaria fazendo uso de um apartamento para traficar drogas e planejar roubos.
De acordo com o delegado Ademar Canabrava, do 12° DP, os outros envolvidos já foram identificados.
Polícia ouve mais testemunhas para tentar reunir provas e entender o que motivou ataque no Oeste catarinense.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Jerônimo Ferreira, o autor levou duas facas para a creche, mas só uma foi utilizada.
Para a polícia, o menino morreu por conta de agressões do padrasto, o vereador Dr. Jairinho, e pela omissão da mãe, Monique Medeiros.
Ato deixou cinco mortos em uma escola infantil em SC. Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime ainda terá que ser esclarecida.
Segundo o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP, a polícia encontrou esse relato no celular da babá de Henry, Thayná Ferreira
A mãe do Henry, Monique Medeiros e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, foram indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado
A mãe de Henry Borel escreveu na publicação que as relações sexuais com Dr.Jairinho pareciam “um ritual”
Em nova carta, Monique conta o que teria acontecido nos dias que se seguiram à morte de Henry.
A investigação teve início em 2020 quando a Polícia Civil identificou que um homem na zona Norte de Teresina estava praticando golpes online.
O dinheiro e a arma usada no assalto não estavam em posse do Wendel Michel, que negou participação no roubo alegando que havia sido sequestrado.
Uma foto íntima foi divulgada nas redes logo após depoimento da ex-namorada do vereador. Na ocasião, ela afirmou que ela e a filha foram agredidas por Jairinho
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente