Comentários de Bruno Retailleau, conhecido por suas opiniões linha-dura, ocorrem no momento em que o país comemora uma década desde o ataque que matou 12 pessoas
O atentado ao Charlie Hebdo deixou 12 mortos, e se tornou um símbolo da intolerância contra um humor de tipo irreverente
Natural de Teresina, Nayla mora há oito meses em Israel, na cidade de Ramât Gan, de 160 mil habitantes, e que fica ao lado de Tel Aviv.
Entre os condenados está a ex-parceira de um dos três terroristas que foram mortos pela polícia na época dos ataques, em janeiro de 2015
Caso acontece dois dias depois do atentado dentro de Basílica de Notre Dame, em Nice. Polícia francesa prende terceiro suspeito de envolvimento no ataque a faca
O caso foi no aeroporto de Orly e o tráfego aéreo foi suspenso
Um homem tentou entrar no local com uma mala e um facão
Autoridades estão tratando o incidente como atentado terrorista.
Acredita-se que Hadfi tenha viajado até a Síria após os ataques
'Eles têm as armas. Eles que se f... Nós temos o champagne', diz
Nas redes sociais, a maioria das reações foi bastante furiosa
No ano passado, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, considerado moderado, precisou se empenhar pessoalmente para liberar o aplicativo.
No Reino Unido, na Arábia Saudita, no Irã e em outros países, o aplicativo também sofreu ameaças de bloqueio e, em alguns deles, chegou a ser suspenso.
O preço de capa será de R$ 29,90 e haverá apenas exemplares em francês
Depois, vai se reunir com o presidente francês, François Hollande.
A nova edição terá uma tiragem de 3 milhões de exemplares, contra os habituais 60 mil.
Jornal alemão que publicou charges do Charlie Hebdo é incendiado
Charlie Hebdo é um jornal satírico francês, muito famoso por fazer críticas ácidas ao islamismo e outras religiões
As informações foram divulgadas pela prefeitura da Polícia de Paris.
Os islamitas somalis ligados ao Estado Islâmico classificaram nesta sexta-feira o atentado de "heroico", em um comunicado à rádio Andalus
Todos os jornalistas da Charlie Hebdo esteriam no prédio no momento do ataque para participar de uma reunião editorial semanal
Agnès Thibault-Lecuivre, porta-voz da Promotoria de Paris, confirmou ao jornal "The New York Times" que o suspeito havia se entregado e que fora colocado sob custódia.
Sete pessoas foram colocadas em custódia por conexão com suspeitos
Um silêncio absoluto contra o massacre terrorista.