Os economistas do mercado financeiro baixaram novamente, na última semana, sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013.
Ainda é cedo para avaliar os impactos da recente onda de protestos na economia brasileira e nos investimentos no País.
O dinheiro que o governo federal tira do orçamento para pagar juros passou de R$ 59 bilhões em 2002 para R$ 92 bilhões em 2010
Esta foi a quinta diminuição consecutiva na expectativa para o PIB de 2013
Queda na popularidade de Dilma Rousseff aciona o alerta do PT para 2014
O chefe da equipe econômica disse que economizará até dezembro o equivalente a 2,3% do PIB
Com a forte atuação do BC, o dólar desacelerou a alta,
Mercado reduz previsão de crescimento da economia para 2,53% no ano
No acumulado dos últimos 12 meses, os preços ficaram no teto da meta do governo (6,50% até maio)
Aberto Feirão More Bem com estandes lotados em Teresina
O Banco Central acelerou o passo do aperto monetário na semana passada e elevou a Selic em 0,50 ponto percentual
Queda em popularidade por causa de inflação fez Dilma apoiar o BC
Medida havia sido anunciada como forma de aliviar reajuste de tarifas. Texto foi publicado em edição extra do "Diário Oficial da União".
Consumo não será mais o carro-chefe do crescimento, diz presidente do Banco Central
EUA crescem 2,4%, menos que o esperado para o trimestre
Esse último percentual se manteve até o mês passado, quando subiu para 7,5%
Foi o 2º aumento seguido, que levou juros ao maior patamar em um ano. Decisão foi tomada por unanimidade pelos membros do Copom.
Ministro destaca forte crescimento dos investimentos no 1º trimestre. Ele admitiu, no entanto, PIB do ano não deve chegar aos 3,5% previstos.
Estimativas dos economistas são de aumento para 7,75% ao ano
Em valores correntes, o PIB alcançou a marca de R$ 1.110,4 bilhões.
Prévia da inflação sobe 0,46% em maio, menos que o esperado pelo mercado
Número de cartões de crédito aumenta e consumidores devem ficar atentos
Economistas baixaram estimativa para PIB de 2013 de 3% para 2,98%
A meta de inflação é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Os juros do financiamento habitacional variam, em média de 8% a 10% ao ano para imóveis de até R$ 500 mil