Ex-comandante do exército confirma que Bolsonaro participou de reuniões para discutir golpe
Os alvos da operação incluem importantes integrantes dessa trama, liderada de maneira pouco discreta pelo próprio ex-presidente
A operação cumpriu mandados de prisão e busca no contexto da investigação sobre uma suposta organização criminosa
A defesa do ex-presidente confirmou a ordem do ministro do STF, que inclui medidas severas para evitar interferências no curso das investigações
O militar encontra-se em prisão domiciliar após ter realizado uma delação premiada que envolve o presidente Bolsonaro.
A senadora revela no relatório final o envolvimento de 56 pessoas, entre civis e militares de alta patente
Um dos que serão chamados a depor é Filipe Martins, assessor especial de Bolsonaro que, segundo Cid, teria levado a uma reunião uma minuta de projeto “autorizando” um golpe.
A decisão do Exército de não apoiar planos golpistas emergiu de conversas informais entre generais e consultas de representantes de governos estrangeiros à cúpula militar.
Parlamentares da base governista planejam se reunir com a senadora Eliziane Gama para discutir próximos passos da comissão
Mauro Cid afirmou que o ex-presidente se reuniu com Forças Armadas em busca de apoio ao plano antidemocrático
Em reunião com as três esferas militares, o ex-presidente teve o apoio, de imediato, do comandante da Marinha
Partido se reuniu com o ministro Alexandre Padilha e apresentou nova fatura
Se efetivado, esse plano de golpe teria como objetivo bloquear a mudança de governo no Brasil
Nos bastidores, ministros do STF comentaram que, apesar das queixas, não houve recursos sobre tais decisões.
Os comandantes afirmam que os militares estão focados no seu "papel constitucional" e no "compromisso inabalável com a democracia"
Ao anunciar os novos comandantes, Walter Braga Netto, afirmou que todo o governo federal está mobilizado para o enfrentamento da Covid-19
Confira a programação das trocas nas Forças Armadas