Em nota publicada, os agressores negam as acusações e lamentam o incidente com o ministro
"Me esganava e perguntava: 'Tá, vadia?'", relata a ex-companheira do deputado
Família do ministro do STF foi hostilizada na sexta (14) no Aeroporto Internacional de Roma, na Itália
Filho do presidente do TSE também foi alvo de agressão; trio que disparou ofensas será alvo de inquérito
De acordo com o histórico de denúncias, a servidora pública presa por racismo já havia cometido o crime pelo menos 14 vezes.
O investigador Leonardo Tofeti agrediu brutalmente o advogado Lucas de Lima, após o homem questionar sua ação.
De acordo com a Polícia Civil da Bahia, o rapaz confessou o crime e mostrou onde estavam escondidos os objetos usados nas agressões.
O homem confessou o crime e disse que desconfiava que a mulher o tinha traído durante o evento.
Durante as agressões, o filho do casal de apenas 5 anos, tentou proteger a mãe, momento em que o pai o agrediu de forma que os dentes da criança foram quebrados.
A jovem estava saindo da escola quando foi atacada e, para se proteger, correu e buscou abrigo em uma academia.
O adolescente que não fala a língua portuguesa comunicou-se por meio de um intérprete, que explicou que desferiu as facadas.
O caso teria acontecido no oitavo dia de aula, quando o suspeito alegou que a parte de sua pizza havia desaparecido. Como punição, agrediu as mulheres com a ripa.
No metrô da cidade, seguranças são chamados de racistas após abordagem violenta contra homem negro
Após ser questionado sobre sua nacionalidade, o brasileiro Saulo Jucá foi brutalmente espancado.
Em 2021, o deputado estadual Amauri Ribeiro (União Brasil-GO) esteve envolvido em uma controvérsia quando proferiu comentários ameaçadores.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, ele foi preso por tentativa de homicídio depois de receber alta do hospital.
A criança vinha sofrendo agressões desde que passou a residir com o pai, após a separação deste com a mãe da vítima.
Matheus Vitor da Silva Alencar é acusado de agredir brutalmente a própria namorada, a estudante de Direito Victória Soares.
A mãe do suspeito prontamente se dirigiu aos policiais, denunciando ter sido desrespeitada e agredida pelo filho.
Janaína dos Santos Ferreira foi mantida por 10 anos em cárcere privado pela empresária e fisioterapeuta Francisca Danielly Mesquita Medeiros.
O atleta terá que cumprir uma série de regras de conduta estabelecidas pela Justiça, incluindo a proibição de consumo de álcool e drogas.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado, constatou-se que os três, além de serem mencionados como vítimas, também estão envolvidos como autores do crime.
De acordo com o Supremo Tribunal Federal, englobou como crime de racismo as discriminações praticadas em razão da orientação sexual ou à identidade de gênero.
Em relato a Polícia Civil a mãe da criança descreveu como ocorreu a agressão, a criança teve uma crise de cólicas e começou a chorar.
Um deles ainda relatou que teria sido violentado com um tijolo.