Mais de 70 voos foram cancelados, entre partidas e chegadas, e outros 15 foram alterados para o Aeroporto do Galeão
Idosa de 72 anos sofreu o acidente no Aeroporto de Congonhas e morreu dois dias depois em hospital da capital paulista
Segundo informações divulgadas pelo site especializado Aeroin, as aeronaves chegaram a ficar separadas por cerca de 22 metros na vertical
Companhia viu crise se agravar após desastre aéreo que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP) em 2024
Código indica situação de urgência, mas sem perigo iminente a bordo
Um dos aviões, da Latam, iria de São Paulo para Brasília; não há informações de feridos
Relatório preliminar aponta que o avião não recebeu autorização para descer quando pediram, em razão de outro voo e que não houve declaração de emergência.
Acidente da TAM: maior tragédia da aviação brasileira completou 17 anos. Queda do avião na chegada a Congonhas matou 199 pessoas
Mais cedo, Lula pediu um minuto de silêncio após ser informado sobre a tragédia.
O último grande caso no país foi o da TAM, em que 199 pessoas morreram após a aeronave chocar-se contra um prédio no pouso
O avião da Gol ainda estava no portão, já com todos os passageiros a bordo quando foi atingido pela aeronave da Latam
Enisete Fátima fazia parte da equipe de limpeza da empresa Swissport. Ainda não se sabe o motivo do acidente
Os passageiros, ainda não identificados, são duas mulheres e três homens. Eles foram atendidos por uma ambulância dos bombeiros em um clube nas proximidades
Tratava-se de um voo doméstico regular entre o Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta em Jacarta e o Aeroporto Internacional da Polónia em Medan
O avião envolvido no acidente era um Embraer EMB-120ER Brasília, de prefixo PT-WRQ, que havia feito seu primeiro voo em 1987
Com o choque, o avião acabou explodindo e pegando fogo. Aquele acidente, que hoje (17) completa 15 anos, provocou a morte de 199 pessoas, 12 delas em solo
Só três sobreviveram. Eram 50 passageiros e 8 tripulantes no total de 58. O Boeing pertencia à antiga empresa aérea Transbrasil
O passageiro era o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos. Ao atingir o solo, numa velocidade de 160 m/s, o corpo gerou um impacto tal que fez uma cratera de 1 metro de diâmetro e 30 cm de profundidade
Fiscalização nas rodovias federais vai até quarta-feira à meia-noite
O piloto do helicóptero também morreu no grave acidente.