Segundo Lewandowski, o documento é "muito consistente" e apresenta mais de 800 páginas com "indícios muito bem colhidos do ponto de vista da polícia científica".
Em novembro, juiz disse não emitir opiniões públicas ou juízos de valor sobre processos de conotação política.
A quadrilha administrava um complexo sistema bancário paralelo e ilegal. O grupo atendeu pessoas que queriam ocultar capitais, lavar dinheiro ou enviar e receber quantias do exterior.
A medida beneficia diretamente mais de 1,5 milhão de pessoas mensalmente, abastecendo cerca de 34.000 cisternas coletivas
Além de Bolsonaro, outros nomes como ex-ministros, militares e assessores são apontados como figuras-chave na tentativa de golpe
Em sua defesa, Gilberto Silva alegou que o indiciamento é uma retaliação por denúncias feitas sobre supostas irregularidades em investigações conduzidas por Shor
Sacerdote já era alvo da Polícia Federal em inquérito sobre ataques do dia 8 de janeiro de 2023
No exterior, Bolsonaro aguardaria os desdobramentos dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023.
Polícia Federal revela documento que planejava golpe de Estado com apoio de Braga Netto.
A PF apontou que o ex-presidente tinha "plena consciência e participação ativa" em atos clandestinos que buscavam abolir o Estado de Direito.
No relatório final da investigação, a Polícia Federal afirma que Bolsonaro tinha 'plena consciência' e 'participação ativa' na trama golpista.
Cyllas Elia foi delatado à Corregedoria da Polícia Civil pelo empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, 38, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital) assassinado a tiros no dia 8.
Decisão mantém sob sigilo o conteúdo da delação de Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Agora, cabe à PGR decidir se denuncia os 37 indiciados pela PF.
A subcelebridade sem apresentar evidências, afirmou que artistas envolvidos em campanhas políticas teriam recebido dinheiro.
Em um dos áudios, Mauro Cid afirma que o então presidente Jair Bolsonaro precisava tomar uma decisão antes da diplomação de Lula.
Segundo a investigação da Polícia Federal, Mario Fernandes, general da reserva e ex-número 2 da Secretária-Geral da Presidência, foi o articulador do plano
O plano incluía matar o presidente Lula, o vice Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes
Se acusar formalmente o grupo na Justiça, o Ministério Público pode mudar os crimes atribuídos inicialmente pela PF.
A representação foi assinada nesta sexta-feira (22) pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, do MP junto ao TCU.
A defesa argumenta que a transferência permitiria que o general recebesse visitas de familiares.
O indivíduo identificado é Matheus Augusto de Castro Mota, que permanece foragido.
Braço direito do ex-presidente, que se tornou colaborador da Justiça, foi ouvido na quinta-feira (21) após PF apontar omissões e contradições na delação.
Em uma rede social, Novo destacou que Ciro estaria "fora dos limites" quando o assunto é alianças na política.
Bolsonaro era o comandante e principal beneficiário, mas planejamento e execução – frustrada – couberam ao general, que integraria um gabinete de crise após a execução de Lula e Alckmin
O inquérito do golpe abrange, além das investigações ao golpe, apurações sobre fake news, milícias digitais e as tramas golpistas envolvidas nas eleições de 2022