O elemento foi baleado após confronto com a Força-Tarefa e não resistiu aos ferimentos. O segundo envolvido no caso também foi alvejado e está sendo levado ao HUT.
Suspeitos do crime foram presos após diligencias no bairro Monte Verde.
Imagens de câmeras de segurança de uma residência na frente ao local em que ele foi morto, capturou toda a cena.
No vídeo, ele diz que aquela era a ‘homenagem à morte’ de Alberto Rocha, mencionando ainda termos como “não me pagou”, “ladrão”, “vagabundo” e “vou voltar pro hospital”.
Alguns integrantes do grupo já foram presos, como Bernardo Gomes da Silva, capturado pela PM no último dia 20.
O crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira (05), dentro da residência da vítima.
O crime ocorreu na noite de domingo, no momento que o delegado chegava em casa.
O homem, identificado como Igor Cardoso Soares, foi morto na sexta-feira (13)
Investigadores não descartam a participação da filha do casal, Ana Flávia, no planejamento do crime
Marcelo Pimentel é acusado de ter liderado a quadrilha responsável pelo assalto aos bancos em abril deste ano, que terminou com a morte de nove criminosos abatidos pela polícia.
O autor dos disparos deve se apresentar nas próximas horas.
O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (27/11), em um posto de combustível no bairro São Joaquim.
A tragédia terminou com a morte de três mães e seis crianças — duas delas com apenas oito meses de vida — da família LeBarón. O grupo vivia na comunidade mórmon La Mora, no estado mexicano de Sonora.
Foram ao menos cinco mortos, de acordo com as agências de notícias.
Matheus Caldeira era autista e não tinha problemas com ninguém.
Ela usava a própria aeronave para transportar a cocaína pura que trazia de países como Bolívia, Peru, Venezuela e Colômbia
Os dois cachorros da vítima dificultaram o trabalho da perícia.
Willians Tavares é um dos 25 criminosos identificados pela polícia como integrantes de milícias que dominam a região da Praça Seca. Ele seria membro do grupo comandado por Orlando Curicica.
Confira a nota do HUT na íntegra
A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa - DHPP está investigando o caso. Os suspeitos já foram identificados.
Carlos Roberto Silva, condenado a 39 anos após arrastar garoto de 6 anos por sete quilômetros no Rio, poderá cumprir resto da pena em casa